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Departamento de Estado publicará 3 mil páginas de e-mails de Hillary Clinton

Internacional|Do R7

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Washington, 30 jun (EFE).- Uma segunda leva de e-mails da candidata à presidência dos Estados Unidos Hillary Clinton correspondentes ao período em que foi secretária de Estado será divulgada nesta terça-feira pelo Departamento de Estado, após as críticas geradas com a revelação de que ela usou sua conta pessoal para tratar de assuntos de interesse nacional. De acordo com o porta-voz do órgão, John Kirby, os documentos de hoje (3 mil páginas, o equivalente a 7% do total) correspondem aos intercâmbios da política democrata de março a dezembro de 2009. Em entrevista coletiva diária, ele disse o horário para lançar a publicação - 21h (horário local, 22h em Brasília) não responde a interesses concretos, e que apenas não foi possível fazê-la mais cedo. "Garanto que este não é um esforço para dar menos visibilidade a esta informação", disse Kirby depois de reiteradas perguntas da imprensa, apesar de afirmar que essa "não é a melhor hora para lançá-la". Este ano, Hillary Clinton se viu envolvida em uma nova polêmica quando se preparava para começar sua corrida presidencial, ao ser revelado que tinha utilizado seu e-mail pessoal para assuntos de interesse nacional. Perante esta situação, a oposição republicana exigiu que as comunicações que ela manteve a partir de sua conta particular se tornassem públicas, já que poderiam afetar à segurança do país. Atendendo a esse pedido, e aos da própria Hillary, que insistiu na publicação para se eximir de qualquer tipo de dúvida, em maio o Departamento lançou 300 e-mails, a maioria referente ao polêmico atentado de Benghazi, na Líbia. Esses e-mails já tinham sido analisados pelo Comitê da Câmara dos Representantes que investigava o ataque de 11 de setembro de 2012 no qual o embaixador americano na Líbia, Chris Stevens, e outros três cidadãos norte-americanos morreram. Os republicanos criticaram duramente a gestão desta crise por parte da então secretária de Estado e agora pré-candidata democrata à presidência em 2016, especialmente pelas declarações iniciais que atribuíam o ataque a uma multidão que protestava por um vídeo que satirizava o profeta Maomé. A bancada republicana na Câmara dos Representantes quer que a ex-secretária de Estado deponha sobre o caso, algo que ela concordou, desde que sejam acertadas as condições da audiência. EFE rg/cdr

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