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Destroços de avião no Egito carregam bagagem de turistas

Internacional|Do R7

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HASSANA, Egito (Reuters) - Em uma área desolada de solo pétreo, resta pouco do avião russo que desabou na península do Sinai, no Egito, exceto pelos destroços e por um amontoado de maletas colridas.

Equipes de resgate limparam a área em que caiu o Airbus A321 no sábado, coletando em uma pilha os pertences dos turistas mortos que estavam espalhados em torno da parte principal dos destroços.

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Uma sandália rosa para crianças decorada com flores brancas estava entre os detritos, uma lembrança de que 17 crianças estavam entre as 224 pessoas a bordo do voo do resort de Sharm el-Sheik, no Mar Vermelho, a São Petesburgo, hoje todas mortas.

Pelo menos 163 dos corpos já foram recuperados do jato, operado pela companhia áerea russa Kogalymavia sob o nome de Metrojet, e transferidos a hospitais e necrotérios na capital Cairo.

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Na manhã deste domingo, uma equipe de resgate e investigação composta por cerca de 100 russos se juntou à busca pelos corpos remanescentes e por evidência para esclarecer o que aconteceu.

Era possível ver roupas, carregadas pelos turistas que voltavam para casa de Sharm al-Sheikh --um dos destinos favoritos de russos que buscam sol no inverno-- espalhadas pelo terreno.

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