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Detetive acusa polícia de ‘dano psicológico’ após a noiva policial traí-lo com colega da delegacia

Acusação aponta que o caso ocorreu nas dependências em que ambos trabalhavam na Polícia do Norte do País de Gales

Internacional|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Detetive Andrew Fearon processa a polícia após ser traído por sua noiva, a policial Rebecca Hutt, com um colega de trabalho.
  • O relacionamento ocorreu nas dependências da Polícia do Norte do País de Gales, onde ambos trabalhavam.
  • Fearon alega que a investigação foi manipulada por seu superior, o superintendente detetive Steve Williams, que também estava envolvido com Hutt.
  • Agora, Fearon busca mais de £340 mil por danos, afirmando que a situação afetou gravemente sua saúde física e mental.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Andrew Fearon diz que detetive responsável pela investigação estava envolvido romanticamente com sua noiva naquele momento Reprodução/Redes sociais

Um detetive está movendo uma ação judicial contra sua própria força policial após ser traído por sua noiva, que teve um caso com um colega e posteriormente casou-se com o oficial superior responsável pela investigação do incidente. Andrew Fearon acusa sua ex-noiva, a policial Rebecca Hutt, de má conduta grave porque o caso ocorreu nas dependências em que ambos trabalhavam na Polícia do Norte do País de Gales.

Ele registrou a queixa formal quatro meses antes de seu casamento. Fearon argumenta que a investigação que se seguiu foi manipulada e acabou sendo descartada porque o superintendente detetive Steve Williams, o investigador principal do caso, estava envolvido romanticamente com Hutt naquele momento. Williams e Hutt mais tarde se casaram.

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Fearon agora busca reparação legal contra a força policial e reivindica mais de £340 mil (mais de R$ 2,4 milhões) por danos pessoais e perda de rendimentos, segundo reportagem do jornal britânico Daily Mail deste domingo (15) .

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Documentos judiciais apresentados no Tribunal Superior de Liverpool indicam que Fearon e Hutt eram detetives na mesma força policial. No verão de 2017, Hutt confessou estar tendo um caso com o investigador Shaun Parry, um colega de trabalho, enquanto Fearon estava alocado a 56 quilômetros de distância. Segundo os documentos, Parry e Hutt mantiveram um relacionamento íntimo dentro das instalações policiais e, em vez de ser tratado como uma questão disciplinar, Parry foi transferido para outra localidade.

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Fearon alega que houve uma conspiração para proteger Parry de qualquer punição.

Após o estresse causado pela situação, Fearon solicitou uma investigação sobre outras acusações contra Hutt, incluindo controle coercitivo e fraude. Em novembro de 2017, Williams assumiu a investigação, que concluiu sem ações contra Hutt, permitindo que ela mantivesse sua posição.

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Fearon afirma que Williams estava protegendo Hutt devido ao seu relacionamento. Posteriormente, Fearon renunciou após seu pedido de uma investigação externa ser negado.

Williams e Hutt casaram-se em 2022, enquanto Parry foi demitido em 2019 por comportamento inadequado. O detetive se aposentou após o casamento, enquanto a policial permanece na ativa.

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Fearon busca compensação por danos pessoais e perda de rendimentos, alegando que a corrupção enfrentada teve um impacto severo em sua saúde física e mental. Seu advogado, David Miers, enfatiza a falha da polícia em conduzir uma investigação imparcial.

Williams nega as acusações, descrevendo-as como maliciosas e sem fundamento. Parry e a Polícia do Norte do País de Gales optaram por não comentar devido ao litígio em andamento, segundo o jornal britânico.

O julgamento do caso está marcado para julho.

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