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Dilma assume segundo mandato como presidente

Internacional|Do R7

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Brasília, 1 jan (EFE).- A presidente Dilma Rousseff assumiu nesta quinta-feira seu segundo mandato de quatro anos como chefe de Estado, em um ato realizado no plenário da Câmara dos Deputados, em Brasília. "Prometo manter, defender e cumprir a Constituição; observar as leis; promover o bem geral do povo brasileiro, sustentar a união, a integridade e a independência do Brasil, assim o prometo", jurou Dilma em uma sessão solene liderada pelo presidente do Congresso Nacional, Renan Calheiros. Com o novo mandato da primeira mulher a chegar à presidência no país, o PT completará 16 anos no poder, após os oito anos de governo de Luiz Inácio Lula da Silva (2003-2010). Após Dilma, o vice-presidente Michel Temer também fez o mesmo juramento da mandatária. Após as formalidades e da execução do hino nacional tocado pela banda de fuzileiros navais, Calheiros declarou a posse de Dilma e Temer para o mandato de 2015 até 2018. A presidente foi reeleita na campanha mais disputada nos últimos anos no Brasil, com uma vantagem de três pontos percentuais sobre o senador Aécio Neves, que prometeu liderar uma enérgica oposição nos próximos quatro anos. Outros desafios que esperam a governante são as consequências do escândalo de corrupção na Petrobras, que pode atingir vários de seus aliados, e um prometido e duro ajuste fiscal para recolocar a economia no rumo, que neste ano crescerá apenas 0,14%, segundo as últimas projeções dos economistas. Após jurar o cargo no Congresso e diante das delegações estrangeiras, Dilma irá para o Palácio do Planalto, onde pronunciará mais um discurso, desta vez perante o público concentrado em frente à sede do governo. Em seguida, receberá a saudação dos chefes de Estado e de governo presentes na posse. Participam da cerimônia de posse os presidentes da Bolívia, Chile, Costa Rica, Paraguai, Uruguai e Venezuela, assim como os vice-presidentes da China, Estados Unidos e Argentina -nessa ordem os maiores parceiros comerciais do Brasil- e delegações de outros 70 países. O único chefe de Estado ausente entre os países do Mercosul é a presidente argentina Cristina Kirchner, que sofreu uma fratura em um tornozelo e enviou em seu lugar o vice-presidente Amado Boudou. No Palácio do Planalto, Dilma também dará posse aos 39 ministros de seu novo gabinete e posará para a fotografia oficial. Depois, irá para o Palácio do Itamaraty, sede do Ministério das Relações Exteriores, onde será oferecido um coquetel para as autoridades estrangeiras e outras centenas de convidados, última etapa da cerimônia. No Itamaraty, a governante terá uma reunião privada de dez minutos com o vice-presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, e outra com a diretora-geral da Unesco, Irina Bokova. EFE cm/dk (foto)

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