Logo R7.com
RecordPlus

Terremoto na Colômbia: ‘Espera-se a ocorrência de réplicas’, alerta sismólogo

Número de mortos já passa de 100

Internacional|Do R7, com RECORD NEWS

  • Google News

Adicione como fonte preferencial no Google

Opens in new window

LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Um terremoto de magnitude 7,4 na Colômbia deixou mais de 100 mortos e derrubou pelo menos 60 prédios.
  • O sismólogo Gilberto Leite alerta para a possibilidade de réplicas menores após o grande sismo.
  • Não há relação entre este terremoto e o recente ocorrido na Venezuela, que teve características diferentes.
  • A localização do terremoto na Colômbia não favorece a ocorrência de tsunamis.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Um terremoto de magnitude 7,4 graus na escala Richter já deixou mais de 100 mortos na Colômbia nesta segunda-feira (10). O sismólogo do Observatório Nacional, Gilberto Leite, em entrevista ao programa Link News, afirmou o risco de outros abalos menores no local da tragédia.

“De maneira geral, a gente espera que, após um grande sismo, ele seja sucedido por réplicas, que são os eventos menores. Mas a gente não consegue dizer com precisão se pode haver um evento maior ou como que essas réplicas vão acontecer ao longo do tempo [...]. Espera-se a ocorrência de réplicas de menores magnitudes [...]. E é um período crítico porque, após um grande evento como esse, as instituições podem ter sido severamente comprometidas, e é por isso que eles esperam para que as pessoas não permaneçam nesses prédios que foram afetados de maneira significativa. Porque uma nova réplica pode surgir e essa réplica pode terminar de causar destruição ou colapso total do prédio”, disse.


Pelo menos 60 prédios foram derrubados pelo tremor de terra até o momento.

Gilberto Leite também afastou a hipótese de correspondência entre este terremoto e outro que, recentemente, causou destruição na Venezuela. Neste, agora, há indícios de uma intensidade ainda maior.


Veja Também

“A gente tem dois parâmetros diferentes: um que é a magnitude do terremoto, que quantifica o tamanho do sismo, e o outro que é a intensidade. Então, por exemplo, a gente vê que o terremoto da Venezuela aconteceu na profundidade mais rasa, 10 km; esse terremoto agora aconteceu na profundidade de 100 km, então a profundidade influencia também como o evento vai ser sentido”, enfatizou o especialista.

Gilberto Leite ainda mencionou que, apesar das crenças de que terremotos podem trazer tsunamis, este fenômeno só poderia acontecer se estivesse na região esperada dentro das condições favoráveis: “Essa região está bem mais interna ao continente, então ela não está na região na qual a gente esperaria a ocorrência de tsunamis”, argumentou.

Search Box

Análises, entrevistas e as notícias do Brasil e do mundo estão na RECORD NEWS. Acesse o site aqui e confira os principais conteúdos em texto e vídeo!

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.