Economista alerta que exploração do petróleo venezuelano exige segurança jurídica e ‘não acontecerá rápido’
Especialista ressalta que a entrada do petróleo no mercado americano exige garantias legais e não terá impacto imediato
Internacional|Do R7, com RECORD NEWS
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As declarações de Donald Trump sobre a intenção de assumir o setor petrolífero da Venezuela fez disparar as ações americanas. O Dow Jones, índice que reúne 30 das maiores empresas do país, fechou ao nível recorde após o primeiro dia de captura de Nicolás Maduro.
Trump ainda afirmou que pretende reestruturar a indústria petrolífera do país, com bilhões de dólares de empresas americanas. Em entrevista ao Conexão Record News de quarta-feira (7), a economista Carla Beni afirma que a exploração do petróleo venezuelano exige infraestrutura e acordos complexos, o que impede resultados imediatos.

“Esse petróleo que está sendo retirado, ele não vai passar para os Estados Unidos simplesmente porque o presidente dos Estados Unidos quer. Você precisa de segurança jurídica e investimentos não acontecerão sem segurança jurídica. [...] As coisas não acontecerão rápido e por isso que esse impacto não está tendo grandes mudanças atualmente”, afirma Carla.
A economista acrescenta que, na relação com a China, há incerteza sobre os contratos, já que eles podem escapar do sistema do dólar e do Swift, dificultando previsões.
“Quando acontece isso agora com a Venezuela, é muito difícil fazer uma previsão do que é que exatamente vão acontecer com esses contratos, porque não necessariamente mais eles precisam passar pelo sistema dólar e pelo sistema Swift”, diz a especialista.
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