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El Salvador aprova pena de prisão perpétua para estupradores e assassinos

Reforma constitucional foi aprovada com o apoio de 59 parlamentares, com o voto contrário de um parlamentar

Internacional|Da Reuters

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • El Salvador aprova emenda constitucional que permite penas de prisão perpétua para estupradores, assassinos e terroristas.
  • A proposta foi aprovada por 59 parlamentares, com apenas um voto contra.
  • O governo de Nayib Bukele já possui um estado de exceção que resultou na detenção de mais de 90.000 pessoas.
  • Organizações internacionais levantaram preocupações sobre possíveis crimes contra a humanidade durante o estado de exceção.

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Nayib Bukele e Donald Trump
Nayib Bukele, presidente de El Salvador, é um dos maiores aliados de Trump na América Latina Kevin Lamarque/Reuters - 07.03.2026

O Congresso de El Salvador aprovou nesta terça-feira (17) uma emenda constitucional que permite penas de prisão perpétua para acusações que incluem assassinato, estupro e terrorismo, enquanto o governo do presidente Nayib Bukele continua sua repressão às gangues criminosas do país.

Embora os tribunais salvadorenhos já tenham proferido sentenças superiores a 100 anos, a lei limitava o tempo real de cumprimento da pena a 60 anos.


A reforma foi aprovada com o apoio de 59 parlamentares, com o voto contrário de um parlamentar.

“Veremos quem apoia essa reforma e quem ousará argumentar que a Constituição deve continuar a proibir que assassinos e estupradores permaneçam na prisão”, escreveu Bukele nas mídias sociais antes de o Congresso aprovar a emenda.


A emenda constitucional foi aprovada uma semana depois que um grupo de advogados internacionais afirmou que há “motivos razoáveis” para acreditar que crimes contra a humanidade foram cometidos durante o polêmico estado de exceção do país, imposto pelo governo do presidente Bukele há quatro anos.

O estado de exceção permitiu que as forças de segurança detivessem mais de 90.000 pessoas. Aproximadamente 500 desses detidos morreram sob custódia do Estado.

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