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Em pronunciamento, Dilma defende direito de população "se indignar"

Internacional|Do R7

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Brasília, 6 set (EFE).- A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta sexta-feira, em pronunciamento em cadeia nacional de rádio e TV pelo Dia da Independência, que o governo precisa ter "humildade" para admitir os problemas do país e que a população tem o direito de se indignar. "Eu sei tanto quanto vocês que ainda há muito a ser feito. O governo deve ter humildade e autocrítica para admitir que existe um Brasil com problemas urgentes a vencer", declarou Dilma. "A população tem todo o direito de se indignar com o que existe de errado e cobrar mudanças, mas existe um Brasil de grandes resultados que não se pode deixar de reconhecer", acrescentou, citando o crescimento no segundo trimestre do ano, superior ao de países como México e Coreia do Sul. A economia brasileira cresceu 1,5% no segundo trimestre do ano em comparação com o primeiro e 3,3% em relação ao mesmo período de 2012, informou em agosto o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE). Em seu discurso, a chefe de Estado destacou os "cinco pactos" propostos pelo governo para os setores de saúde, educação, política fiscal, transporte público e reforma política, como resposta à onda de protestos que se intensificou em junho em todo o país. De acordo com a presidente, o Brasil avançou bastante em muitos campos, mas ainda é "um país com serviços públicos de baixa qualidade", admitiu. A redução da inflação, os leilões para a exploração petrolífera, em particular do pré-sal, e de concessões de obras de infraestrutura foram outros pontos destacado por Dilma. A governante também abordou o polêmico tema de contratação de profissionais estrangeiros da área médica, em sua maioria cubanos, para o programa Mais médicos. Dilma esclareceu que os estrangeiros estão ocupando apenas as vagas que não interessam e não foram preenchidas por brasileiros. "Não é uma decisão contra os médicos nacionais. É uma decisão a favor da saúde", ressaltou. EFE wgm/rsd

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