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Equador diz ter detido 43 membros de grupo que matou jornalistas

Autoridades ainda procuram o líder da organização; repórter, fotógrafo e motorista foram sequestrados na fronteira com Colômbia

Internacional|Do R7

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Presidente do Equador confirmou morte de jornalistas
Presidente do Equador confirmou morte de jornalistas

O Equador prendeu 43 pessoas ligadas ao grupo armado ilegal colombiano responsável pelo sequestro e assassinato de dois jornalistas equatorianos e seu motorista na fronteira entre os dois países, mas as autoridades ainda procuram o líder da organização, disse no domingo (15) o chefe da polícia equatoriana.

O jornalista Javier Ortega, o fotógrafo Paúl Rivas e o motorista Efraín Segarra, do jornal El Comercio, foram sequestrados pela Frente Oliver Sinisterra, uma dissidência da antiga guerrilha das Farc, em 26 de março, e na sexta-feira (13) o governo equatoriano confirmou suas mortes na divisa conflituosa entre as nações vizinhas.

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"Já são 43 membros desta organização que estão detidos por suas diferentes atividades dentro da organização e que facilitavam o apoio logístico", disse o comandante da polícia equatoriana, Ramiro Mantilla, a repórteres.

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"Essas três operações policiais que realizamos afetaram gravemente a estrutura que tinha o (líder) assim chamado Guacho em nosso país e principalmente na fronteira norte", acrescentou.

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As operações ofensivas sendo realizadas em coordenação com a Colômbia foram retomadas na sexta-feira com a mobilização de cerca de 550 agentes equatorianos na zona de Mataje, na província de Esmeraldas, onde se relataram explosões com artefatos artesanais contra militares e policiais do Equador.

Mas as autoridades não conseguiram capturar o líder do grupo, Walter Artízala, de codinome "Guacho", pelo qual o Equador anunciou uma recompensa de 100 mil dólares, que se somam aos 148 mil dólares oferecidos por Bogotá por informações que permitam sua morte ou captura.

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"Ativamos nossa unidade de busca da Polícia Nacional, e trabalharemos com a unidade de busca da polícia colombiana para encontrar o paradeiro de Guacho", disse Mantilla.

O ministro do Interior, César Navas, disse que também está se coordenando com as autoridades colombianas e com organismos internacionais para o resgate dos corpos dos jornalistas assassinados, mas admitiu que "não se sabe exatamente onde estão os corpos"

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