Estados Unidos voltam a bombardear o Irã
Segundo o presidente Donald Trump, os ataques ocorrem próximo ao estreito de Ormuz
Internacional|Do R7, com Reuters
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As Forças Armadas dos EUA voltaram a atacar alvos da Guarda Revolucionária no Irã às 13h (horário de Brasília) desta terça-feira (1).
“Os ataques ocorreram após recentes tentativas de ataque por parte da Guarda Revolucionária contra navios comerciais no estreito de Ormuz e contra militares norte-americanos destacados na região”, afirmou o Comando Central das Forças Armadas dos EUA em comunicado divulgado em X.
Em publicação na rede Truth Social, o presidente Donald Trump afirma que os ataques são próximos ao estreito de Ormuz. De acordo com o republicano, os bombardeios “são amplos e poderosos, e representam uma retaliação à tentativa fracassada dos iranianos de instalar minas marítimas no estreito.”
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Trump afirma que todas as minas foram “completamente removidas ou detonadas” e que o ataque de hoje também é uma retaliação ao lançamento de oito mísseis iranianos contra a base militar americana na Jordânia. Segundo o presidente dos EUA, todos os projéteis foram “interceptados com sucesso”.
Na mesma publicação, Trump chama o Irã de nação “fracassada” e disse que, se o país persa voltar a atacar bases americanas, “será atingido novamente em uma escala muito mais dura e intensa”. O presidente ainda afirmou que “quando tudo acabar, restará muito pouco da República Islâmica do Irã”.
A emissora estatal iraniana afirma que as forças americanas atacaram o aeroporto de Jiroft, no sudeste do Irã. Segundo uma TV iraniana, pelo menos duas pessoas morreram e várias ficaram feridas em casamento que era realizado perto da cidade de Sirik.
Irã promete retaliar
Segundo a agência de notícias Fars, um porta-voz da Guarda Revolucionária Islâmica disse que os EUA “se arrependerão de seus novos ataques”. De acordo com a Fars, há relatos de explosão em Asaluyeh, importante centro de distribuição de gás na costa do Golfo.
A agência Tasnim, citando uma fonte militar iraniana de alto escalão, afirma que o Irã responderá aos ataques com uma retaliação “várias vezes maior”, e que bases e interesses americanos na região seriam alvos.
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