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EUA envia US$ 60 milhões para ajudar a missão na República Centro-Africana

Internacional|Do R7

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Washington, 10 dez (EFE).- Os Estados Unidos destinaram US$ 60 milhões em material de defesa para a missão liderada pela França que quer acabar com os episódios de violência que estão acontecendo na República Centro-Africana, informou nesta terça-feira a Casa Branca. O presidente americano, Barack Obama, rubricou um memorando para pôr o valor à disposição e "proporcionar assistência à França, à União Africana, à República do Congo, Chade, Camarões, Gabão, Burundi, Uganda, Ruanda e outros países que contribuem para as forças internacionais da Missão de Apoio na República Centro-Africana". A França enviou 1.600 soldados na República Centro-Africana depois que, na quinta-feira, o Conselho de Segurança das Nações Unidas autorizasse uma intervenção francesa para restabelecer a ordem nesse país. A eles se unem três mil soldados africanos, que têm como missão pôr fim às refregas entre os partidários do atual presidente interino, Michel Djotodia, muçulmano, e seu antecessor, o cristão François Bozizé. A nação africana caiu no caos depois que, em março, uma coalizão de forças rebeldes derrubasse Bozizé, que também chegou ao poder após um golpe de Estado em 2003. A decisão do Conselho de Segurança chegou depois de Djotodia pedir ao presidente, François Hollande, uma intervenção "urgente" para tentar restabelecer a calma na ex-colônia francesa. De Nova York, a embaixadora dos Estados Unidos nas Nações Unidas, Samantha Power, disse que "é claro que é necessária uma ação urgente para salvar vidas" e destacou que a violência afeta já a metade dos 4,6 milhões de habitantes do país africano. O secretário de Defesa de EUA, Chuck Hagel, aprovou ontem o envio de transporte aéreo de Burundi até a República Centro-Africana para ajudar os militares franceses que começaram esta semana operações para o desarmamento dos rebeldes e controle da violência no país africano. Desde quinta-feira os enfrentamentos entre diferentes milícias mataram 400 pessoas no país, segundo a Cruz Vermelha. EFE rg/cd

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