EUA lembram 72 anos do ataque japonês a Pearl Harbor
Internacional|Do R7
Washington, 7 dez (EFE).- Os Estados Unidos lembram neste sábado o ataque supresa japonês contra a base de Pearl Harbor, que completa 72 anos e que motivou a entrada do país na Segunda Guerra Mundial. Com atos de homenagem em todo o país, os mais significativos serão realizados no cemitério de Arlington, nos arredores de Washington e onde será depositava uma oferenda floral ao soldado desconhecido, e na base de Pearl Harbor, situada no Havaí. Em 7 de dezembro de 1941, aviões japoneses bombardearam e metralharam a estação naval e militar de Pearl Harbor, em um ataque que causou a morte de mais de 2.400 americanos. O então presidente dos Estados Unidos, Franklin D. Roosevelt, pediu ao Congresso e obteve a declaração de guerra contra o Japão, o que desencadeou as declarações de guerra contra os Estados Unidos da Alemanha e Itália, aliados do Japão. "Há mais de sete décadas, um domingo de manhã em calma, nossa nação foi atacada sem prévio aviso nem provocação", lembrou o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, em uma proclamação emitida nesta semana para designar 7 de dezembro como Dia Nacional de Lembrança de Pearl Harbor. Em sua proclamação, Obama encoraja todos os americanos a prestar homenagem hoje às Forças Armadas com "cerimônias e atividades apropriadas", e ordena que as bandeiras dos edifícios federais ondeiem a meio mastro. "Com solene orgulho e reverência, lembremos os que lutaram e morreram em Pearl Harbor (...) e reafirmemos nosso compromisso com a defesa dos ideais pelos quais serviam", pediu Obama. A classe política também se uniu hoje às comemorações do aniversário, com mensagens no Twitter como a do líder da minoria democrata na Câmara dos Representantes do Congresso, Nancy Pelosi, que exaltou a "coragem" de todos os homens e mulheres militares que mantêm os EUA "seguro". As coisas mudaram muito nestes 72 anos e agora o Japão é um dos maiores aliados dos EUA na Ásia. Precisamente nesta semana o vice-presidente dos EUA, Joe Biden, realizou uma visita oficial em Tóquio, onde se reuniu com o primeiro- ministro japonês, Shinzo Abe, e sustentou que a aliança bilateral "é a pedra angular da paz e a estabilidade na Ásia nordeste". EFE mb/ff








