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EUA tentam incluir a China em tratado nuclear com a Rússia, diz pesquisador

Moscou fez um alerta a Washington, pois o último pacto nuclear entre os países deve expirar nesta semana

Internacional|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Moscou alerta que o mundo ficará mais perigoso com o expirar do último tratado nuclear entre EUA e Rússia.
  • O tratado "Novo Start" limita o armamento nuclear de ambos os países e estabelece tetos para ogivas e lançadores.
  • A Rússia propôs uma prorrogação de um ano do tratado, mas ainda aguarda resposta dos EUA.
  • Pesquisador Vitelio Brustolin destaca interesse dos EUA em incluir a China no tratado, com a crescente capacidade nuclear chinesa.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Moscou fez um alerta aos Estados Unidos. Segundo o Kremlin, em poucos dias, o mundo estará numa posição mais perigosa do que nunca. Isso porque o último tratado nuclear entre Estados Unidos e Rússia deve expirar nesta semana.

Conhecido como “Novo Start”, o pacto inclui um mecanismo de supervisão e limita o armamento nuclear dos dois países. O tratado estabelece para cada parte um teto de 800 lançadores e bombardeiros pesados e 1.550 ogivas estratégicas ofensivas instaladas.


O governo russo apresentou a proposta de uma prorrogação de um ano do tratado, no entanto, o Kremlin afirma que ainda não teve uma resposta norte-americana.

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Em entrevista ao Conexão Record News desta terça-feira (3), Vitelio Brustolin, pesquisador e professor de relações internacionais, explica que, na verdade, os Estados Unidos querem incluir a China no tratado, porque Pequim tinha 350 ogivas há poucos anos, agora tem 600 e quer chegar a 1.500 até 2035.


“No final das contas, o tratado ideal seria a soma das armas dos Estados Unidos com a Europa [...] então, somando tudo, tem um lado e do outro lado teria a China e Rússia, mas isso não tem nenhum sinal de que vai acontecer, pelo contrário, nós estamos no momento de corrida armamentista”, afirma Brustolin.

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