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Evo Morales espera desculpas do governo chileno por detenção de soldados bolivianos

Os três soldados retornaram hoje à Bolívia

Internacional|Do R7

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Alex Choque, Augusto Cardenas e Jose Luis Fernandez falaram com a imprensa no Chile
Alex Choque, Augusto Cardenas e Jose Luis Fernandez falaram com a imprensa no Chile

Os três soldados bolivianos acusados de entrar ilegalmente no Chile com uma arma, deixaram o país em um avião da Bolívia que partiu da cidade de Iquique rumo a Oruro, depois que o caso foi encerrado nesta sexta-feira (1º) com a suspensão condicional do processo.

Segundo informações da agência de notícias ANSA, o presidente da Bolívia, Evo Morales, classificou como "um triunfo" a libertação de três soldados, e exigiu que o governo chileno peça "perdão".


O presidente falou durante uma cerimônia militar em Cochabamba, que "a melhor coisa que o governo do Chile pode fazer é pedir desculpas aos três soldados, pois desta maneira mostrará que é um bom vizinho, um governo que está disposto a trabalhar de forma conjunta".

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Segundo fontes policiais, os soldados embarcaram em um avião militar boliviano que deixou o aeroporto de Iquique, acompanhados pelo ministro de Defesa, Rubén Saavedra, e pelo cônsul boliviano no Chile, Ramiro de la Fuente.

Em uma audiência realizada hoje no Tribunal de Garantia de Pozo Almonte (norte do Chile), os soldados Alex Choque, Augusto Cárdenas e José Luis Fernández aceitaram uma solução alternativa ao julgamento estipulado pela Procuradoria e a defesa, o que representa a suspensão condicional do processo.


Isto significa que após um ano, se não houver novos fatos e os soldados, com idades entre 18 e 20 anos, cumprirem com o requisito de não voltar ao Chile nesse prazo, a causa será encerrada.

O presidente da Bolívia, Evo Morales, pediu hoje aos chefes das Forças Armadas que organizem "um grande ato" para receber os três soldados.

Há poucos dias, Morales nomeou os soldados de "heróis do mar" ao considerar que o Chile os manteve presos em represália pela reivindicação boliviana para recuperar a saída ao Pacífico perdida para o país em uma guerra no século XIX.

Os soldados alegaram que não estavam cientes de terem atravessado a fronteira, e que estavam guardando um veículo sequestrado por contrabandistas que queriam entrar no território da Bolívia.

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