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Ex-campeão de xadrez crítico de Putin diz que EUA e Lituânia o alertaram sobre atentado

Outros possíveis alvos incluiriam Ilya Ponomaryov, dissidente russa, e Ivan Tyutrin ativista da oposição

Reuters

Internacional|Da Reuters

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Garry Kasparov, ex-campeão mundial de xadrez, foi alertado pelos EUA e Lituânia sobre ameaças à sua vida.
  • Autoridades dos EUA indiciaram cinco pessoas por conspirações ligadas a serviços de inteligência russos para assassinar opositores fora da Rússia.
  • Possíveis alvos incluem Kasparov, Ilya Ponomaryov e Ivan Tyutrin, porém eles não foram informados como alvos explícitos.
  • Kasparov declarou que continuará a mobilizar o mundo contra o regime de Putin, apesar das ameaças.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Apesar das ameaças, Kasparov continua sua oposição ao regime de Putin NTB Scanpix/Ryan Kelly via Reuters - 27.05.2019

Garry Kasparov, opositor russo e ex-campeão mundial de xadrez, afirmou que os serviços de segurança dos Estados Unidos e da Lituânia o alertaram de que sua vida corria perigo, após uma suposta conspiração contra opositores do Kremlin que vivem fora da Rússia.

Autoridades norte-americanas informaram no mês passado que haviam indiciado cinco pessoas por supostas conspirações envolvendo serviços de inteligência russos para assassinar duas figuras da oposição — uma nos EUA e outra na Lituânia — após pagarem a recrutas para realizar vigilância sobre ambas.

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Reportagens não confirmadas da mídia apontaram como possíveis alvos Kasparov, que mora em Nova York; Ilya Ponomaryov, dissidente que reside na Ucrânia, mas viaja regularmente para os EUA; e Ivan Tyutrin, ativista da oposição que mora na Lituânia.

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Kasparov, de 63 anos, escreveu em uma postagem no Substack que ele e Tyutrin não foram informados de que eram alvos explícitos.

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“Fomos, no entanto, alertados pelos serviços de segurança da Lituânia e dos EUA de que nossas vidas estavam em perigo e que deveríamos tomar precauções”, escreveu ele.

“Mas não vou parar e não vou me esconder... Continuarei a fazer tudo o que puder para mobilizar o mundo livre contra a ditadura assassina de Putin”, acrescentou Kasparov, que foi incluído pela Rússia em suas listas de “agentes estrangeiros” e “terroristas e extremistas”.

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O Kremlin afirmou no mês passado que não via motivo para comentar as alegações dos EUA na ausência do que chamou de evidências e fatos confiáveis. A Rússia já havia negado anteriormente ter conduzido tais conspirações em solo estrangeiro, inclusive nos EUA.

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