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Exame nega que africano em Roma esteja com ebola

Cidadão somali deu entrada em hospital com sintomas da doença

Internacional|Ansa

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Um cidadão africano deu entrada em um hospital de Roma nesta segunda-feira (13) com sintomas do vírus ebola, provocando tensão na capital do país.

Após realizar exames no hospital Policlínico Umberto 1º, porém, foi excluída a chance de contaminação. De origem somali, o homem mora na Itália há dois anos.

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Ele se sentiu mal enquanto estava no escritório de imigração de Roma para renovar seu visto de proteção internacional.

"Escorria sangue de seu nariz e suas condições físicas pioraram em poucos minutos", disseram fontes locais. Mas informações do hospital afirmam que pode haver várias causas para o mal-estar do africano, entre elas uma crise de epilepsia.

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Apesar das incertezas, as autoridades de Roma adotaram as medidas necessárias em casos de suspeita de ebola. 

"Precisa-se de um plano de vigilância sanitária aos que trabalham em contato com imigrantes. Os funcionários têm medo", disse o secretário-geral do sindicato de policiais italiano, Flavio Tuzi.

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Em todo o mundo, há temor de que a epidemia de ebola se espalhe, principalmente após registros de contágios na Europa e nos Estados Unidos. Uma enfermeira do Texas se tornou a primeira pessoa a contrair o vírus dentro dos EUA.

Ela teve contado com o liberiano Thomas Eric Duncan, que morreu na última quarta-feira. Ele tinha contraído o vírus em seu país de origem e o diagnóstico confirmado no dia 30 de setembro.

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Nesta segunda-feira, a OMS (Organização Mundial da Saúde) informou que a epidemia está registrando uma forte aceleração na Serra Leoa, com um total de 2.950 casos diagnosticados até o dia 8 de outubro e "centenas de novas infecções toda semana".

A Serra Leoa é um dos países mais afetados pelo vírus, assim como Libéria, Nigéria e Guiné. 

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