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Farc entregam policiais à missão humanitária

Internacional|Do R7

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Bogotá, 15 fev (EFE).- As Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) fizeram nesta sexta-feira a entrega formal dos policiais Cristian Camilo Yate e Víctor Alfonso González à missão humanitária formada pelo Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) e a ONG Colombianas e Colombianos pela Paz, liderada pela ex-senadora Piedad Córdoba. O CICV informou em comunicado que a entrega aconteceu em uma zona rural do departamento de Cauca, no sudoeste da Colômbia, e afirmou que os dois policiais já estavam a caminho da cidade de Cali em "bom estado de saúde". "Estamos felizes em ter contribuído mais uma vez com sucesso em uma operação de libertação", disse o chefe da delegação do CICV na Colômbia, Jordi Raich. O ato de entrega foi transmitido ao vivo pela emissora venezuelana "Telesur". "Fazemos a entrega formal a Colombianas e Colombianos pela Paz com a companhia do CICV e consideramos que cumprimos o acordado, apesar das dificuldades que passamos", disse um guerrilheiro uniformizado que não foi identificado. Piedad explicou que com esta entrega está concluída a primeira fase das operações de libertação, prevista para ontem, mas que não aconteceu pelo fato de a guerrilha considerar que a presença da imprensa na região atrapalhava o processo. "Hoje partimos para o lugar onde será feita a entrega do oficial (do Exército, Josué Meneses, em cativeiro desde 31 de janeiro). Estamos pensando que amanhã, por volta do meio-dia, estaremos chegando lá", disse Piedad. A segunda fase da operação acontece em Nariño, uma região localizada no sudoeste do país, na fronteira com o Equador. O policial Yate agradeceu à ex-senadora, ao CICV e ao presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, por suas ações em prol da libertação dos reféns. O ato aconteceu em um recinto fechado, no qual havia uma grande mesa e uma bandeira das Farc, em uma localidade do município de Miranda, no departamento de Valle del Cauca (sudoeste), segundo os jornalistas da "Telesur". Trata-se de uma região montanhosa, com várias plantações de coca e próxima do lugar onde os policiais foram capturados no dia 25 de janeiro, aparentemente quando averiguavam casos de extorsão nas imediações. EFE agp/rpr

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