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Forças da segurança do Congo matam ao menos 4 pessoas em protestos contra o governo

Atitudes do presidente Joseph Kabila alimentam suspeitas de mudança constitucional

Internacional|Do R7

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Seguranças vistoriam carro durante protestos
Seguranças vistoriam carro durante protestos

Forças da segurança da República Democrática do Congo mataram ao menos quatro pessoas neste domingo durante protestos contra a recusa do presidente Joseph Kabila em deixar o cargo, de acordo com a política e grupos de direitos humanos.

Três pessoas foram mortas em discussões com as forças de segurança na capital, Kinshasa, disse o porta-voz da política, Pierrot Mwanamputu. Grupos de direitos humnanos disseram que ao menos duas pessoas em Kinshasa e uma cidade de Kananga foram mortas a tiros enquanto protestavam.


Ativistas católicos haviam convocado os protestos após a missa deste domingo, um ano após Kabila se comprometer a realizar uma eleição para escolher seu sucessor até o final de 2017 –-uma eleição que agora foi adiada até dezembro de 2018.

O adiamento alimentou suspeitas de que Kabila tentará eliminar limites constitucionais de mandato que o proíbem de concorrer novamente. Isso por sua vez aumentou temores de que o país volte ao tipo de guerra civil que matou milhões na virada do século.

A polícia proibiu manifestações e disse que todas os encontros de mais de cinco pessoas serão dispersados para garantir ordem pública. Em Kinshasa, a polícia e soldados realizaram buscas em veículos e checaram identidades de passageiros.

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