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Foto falsa de crocodilo causa pânico em Singapura e autor pode pegar dez anos de prisão

Para fazer piada com amigos, acusado fechou parque aquático e botou autoridades para caçar um animal que nunca existiu

Internacional|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Homem acusado de criar imagem falsa de crocodilo em Singapura, gerando pânico e mobilização de autoridades.
  • Reservatório de Pandan foi fechado e atividades aquáticas suspensas durante buscas por crocodilo inexistente.
  • Ye Lin, cidadão de Mianmar, teria apagado a imagem e histórico do aplicativo de IA para ocultar seus atos.
  • Acusações podem resultar em até dez anos de prisão e multas significativas sob a legislação de Singapura.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Acusado criou foto de animal com inteligência artificial e fechou parque aquático Rutpratheep Nilpechr/Pexels

Um homem de 30 anos foi acusado pelas autoridades de Singapura após supostamente criar e compartilhar uma imagem gerada por inteligência artificial que mostrava um crocodilo dentro do Reservatório de Pandan, localizado no oeste do país.

O lugar, que fornece água não potável para a maioria das indústrias da região, também é um local de lazer da população.

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Entretanto, por causa da brincadeira, o reservatório foi fechado e todas as atividades aquáticas foram suspensas enquanto as autoridades locais davam buscas infrutíferas para caçar um animal que nunca existiu.

Segundo a polícia, o acusado, identificado como Ye Lin, cidadão de Mianmar, teria criado a imagem falsa e enviado o arquivo a um colega.

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Consequências

A denúncia levou a agência nacional de água de Singapura, PUB, a mobilizar equipes de busca e captura em conjunto com o órgão responsável pelos parques nacionais.

Como medida de precaução, associações de remo e canoagem foram orientadas a suspender as atividades no reservatório enquanto a suposta presença do animal era investigada.

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No dia seguinte, entretanto, quando as autoridades confirmaram que a fotografia era falsa, as operações de busca foram encerradas e as atividades aquáticas retomadas.

Ye Lin também é acusado de apagar a imagem e o histórico do aplicativo de IA utilizado para produzi-la, numa tentativa de ocultar seus atos.

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De acordo com a legislação local, a acusação de comunicar uma informação falsa pode resultar em pena de até três anos de prisão, multa de até R$ 40 mil, ou ambas as punições.

Já a acusação de obstrução da Justiça, em que ele incorreu ao apagar imagem e histórico, prevê pena de até sete anos de prisão, além da possível multa.

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