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Grupo terrorista Hamas critica Facebook por excluir páginas ativistas

Páginas deletadas faziam campanhas em homenagem a organizador de ataques de bomba nos anos 90

Internacional|Do R7

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Além das mais de 90 páginas, cerca de 30 perfis pessoais também foram suspensos
Além das mais de 90 páginas, cerca de 30 perfis pessoais também foram suspensos

O grupo terrorista Hamas criticou, neste sábado (7), o Facebook por ter excluído algumas páginas e perfis ligados à facção.

Na noite dessa sexta-feira (6), o Facebook excluiu e bloqueou páginas simpatizantes do grupo islâmico Hamas, que atua no Faixa de Gaza.


As páginas bloqueadas tinham começado uma campanha chamada "Seja como Ayyash", uma referência a Yahya Ayyash, um dos líderes das operações envolvendo bombas no Hamas durante os anos 90. Ayyash foi morto em 1996 pelo serviço de segurança interna de Israel.

Em seu site, o Hamas repudiou a ação do Facebook. Outros usuários de diversas redes também foram contra, e acusaram a empresa de Mark Zuckerberg de não ter princípios. Em nota à imprensa, Hussam Badran, professor e representante da organização palestina, disse que "o Facebook é consistente com a política de ocupação sionista".

A situação política na Palestina não fica só nas redes sociais: em 2016, o presidente Mahmoud Abbas foi reeleito, e em fevereiro, comemorou ter matado mais de 11 mil israelenses.

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