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Guerra gera impacto grande nas contas americanas e incomoda parte do eleitorado de Trump, diz analista

Pentágono solicitou o valor de R$ 1 trilhão para financiar o conflito no Oriente Médio; confira

Internacional|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Líderes mundiais buscam reabrir o Estreito de Ormuz devido à interferência iraniana.
  • O Pentágono solicitou R$ 1 trilhão para financiar a guerra no Oriente Médio.
  • O impacto financeiro do conflito gerará desconforto entre a população americana, que não é unanimemente favorável à guerra.
  • O preço do petróleo subiu, com consequências globais destacadas pelo FMI.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Líderes mundiais se mobilizaram para a tentativa de reabrir o estreito de Ormuz. Países como Japão e alguns aliados europeus condenaram o Irã, solicitando a passagem segura no local.

Em um comunicado publicado em conjunto, as nações afirmaram que a interferência no transporte de navegações pelo estreito de Ormuz e nas cadeias de suprimento de energia representa uma ameaça à paz e à segurança internacional. Segundo as autoridades, os efeitos das ações iranianas serão sentidos por pessoas em todo o mundo, principalmente as mais vulneráveis.


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Com a intensificação do conflito e a escalada de ataques, o preço do petróleo voltou a subir, alertando o Fundo Monetário Internacional, que ressaltou as consequências em efeito cascata.

Em contrapartida, o Pentágono solicitou R$ 1 trilhão para financiar a guerra no Oriente Médio. Segundo a Casa Branca, apesar de o secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, ter afirmado que a situação exige altos investimentos militares, o valor ainda está em análise para ser levado ao Congresso.


“A partir do momento em que o governo tem que pedir US$ 200 bilhões como adicional, é claro que tem impacto grande nas contas americanas [...] isso para a população acaba causando um certo desconforto, principalmente na população americana que não está consensualmente a favor do conflito”, analisou o professor de relações internacionais Paulo Velasco, em entrevista ao Conexão Record News.

“São questões que incomodam pelo menos em parte o eleitorado de Donald Trump e que confiava justamente nesse desengajamento militar que o próprio Trump se referia ao Oriente Médio”, completou.

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