Logo R7.com
RecordPlus
‌

Guerra no Irã: como as eleições nos EUA e em Israel deixam Trump e Netanyahu em posições distintas

Premiê israelense aposta no recrudescimento do conflito, enquanto presidente americano lida com a repercussão negativa da ofensiva

Internacional|Do R7, com RECORD NEWS

  • Google News

Adicione como fonte preferencial no Google

Opens in new window

LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Planos israelenses de ataque ao Irã foram barrados por Trump, visando evitar ofensivas intensas antes das eleições nos EUA.
  • Conflito no Irã é visto como um ativo eleitoral para Netanyahu, enquanto Trump tenta evitar impactos negativos em sua administração.
  • Calendários eleitorais dos EUA e Israel pressionam o conflito no Oriente Médio, influenciando decisões políticas e militares.
  • Pesquisas indicam fragilidade de Trump nas eleições, com tendência de predominância democrata, afetando sua capacidade de governar.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Fontes revelaram ao jornal Financial Times que novos planos israelenses de ataques contra o Irã foram barrados pelo presidente Donald Trump. A previsão era de novas ofensivas contra a infraestrutura energética iraniana, instalações nucleares e alvos ligados ao governo local.

Ainda segundo o Financial Times, esses seriam os ataques mais intensos desde o começo do conflito. Já fontes escutadas pelo The New York Times afirmaram que militares norte-americanos e israelenses desenvolveram planos específicos para a retomada dos ataques após as eleições de meio de mandato nos EUA.

‌

Veja Também

Durante o Conexão Record News, o especialista em relações internacionais José Paulo Ferreira explicou que há uma junção de dois calendários eleitorais pressionando o conflito no Oriente Médio, sendo eles os pleitos dos Estados Unidos, no começo de novembro, e de Israel, no final de outubro.

Segundo o especialista, para o premiê israelense, Benjamin Netanyahu, o conflito no Irã é um ativo por “representar” uma sobrevivência política e a manutenção de poder. Já para Trump, a guerra, no momento, gera custos de inflação e opiniões negativas do seu governo. Desse modo, enquanto o premiê israelense enxerga no recrudescimento do conflito um ganho eleitoral, o presidente norte-americano vai em sentido contrário para tentar evitar uma derrota dos Republicanos no Legislativo.

‌

“A tendência que tem se confirmado nas pesquisas de intenção de voto tem sido uma predominância nas candidaturas democratas e uma fragilização do presidente Trump, deixando-o em uma posição de ‘pato manco’, que é um presidente que não consegue conduzir praticamente nada no governo”, apontou.

Search Box

Análises, entrevistas e as notícias do Brasil e do mundo estão na RECORD NEWS. Acesse o site aqui e confira os principais conteúdos em texto e vídeo!

Siga R7 no Google e fique por dentro de tudo que acontece

Seguir no Google

Últimas

‌

Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.