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Homem entra em fúria, abre fogo em hospital dos EUA e mata uma mulher

Ataque aconteceu na cidade de Atlanta, no estado da Geórgia; autor dos tiros foi preso pela polícia

Internacional|Do R7

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Duas mulheres se abraçam em frente ao hospital que sofreu um ataque em Atlanta
Duas mulheres se abraçam em frente ao hospital que sofreu um ataque em Atlanta

Uma pessoa morreu e outras quatro ficaram feridas nesta quarta-feira (3) na cidade de Atlanta, no estado da Geórgia, sul dos Estados Unidos, quando um homem — um ex-tenente da marinha americana — armado abriu fogo na sala de espera de um hospital, informou a polícia.

O Departamento de Polícia apontou Deion Patterson, um ex-integrante da Guarda Costeira, como o suspeito de ter efetuado os disparos no Hospital Northside, pouco depois do meio-dia local (14h em Brasília).


Em um breve comunicado difundido através de sua página no Facebook, a polícia de Atlanta disse que "Deion Patterson foi detido".

As vítimas têm entre 25 e 71 anos, informou a polícia em entrevista coletiva nesta quarta. Além disso, todas elas são mulheres, indicou o prefeito de Atlanta, Andre Dickens.


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Patterson estava acompanhado de sua mãe na sala de espera do hospital. Ela não ficou ferida no incidente, informou o chefe de polícia Darin Schierbaum. A emissora CNN informou que o homem se "enfureceu" durante uma visita, antes de abrir fogo.

As autoridades publicaram uma foto de Patterson na qual ele aparece com calças escuras, um suéter com capuz e máscara cirúrgica branca. O incidente provocou o fechamento temporário de várias escolas próximas do hospital.


A Casa Branca informou que o presidente Joe Biden e a vice-presidente Kamala Harris já estão a par do incidente. "Os americanos devem ser capazes de se sentirem livres para ir ao comércio, à igreja", disse a porta-voz Karine Jean-Pierre.

Este ano, ocorreram nos Estados Unidos mais de 190 ataques armados envolvendo quatro ou mais vítimas, fatais ou não, segundo a organização Gun Violence Archive.

Com mais armas do que habitantes, o país tem o índice mais alto de mortes relacionadas com armas de fogo entre os países desenvolvidos: 45.000 em 2020 e mais de 49.000 em 2021.

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