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‘Irã está disposto à guerra total’, diz especialista sobre conflito no Oriente Médio

Segundo professora, a política externa de Trump não possui um plano claro para os próximos ataques

Internacional|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Especialista afirma que Irã está disposto à guerra total, pois tem menos a perder.
  • Donald Trump critica a Espanha como "péssimo aliado" e planeja cortar relações econômicas.
  • Falta de clareza na política externa dos EUA gera preocupação tanto na mídia quanto entre os membros do partido do presidente.
  • Apoio da população norte-americana à guerra é baixo, visto como conflito a favor de Israel.

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Na coletiva de imprensa realizada na Casa Branca nesta terça-feira (3), que reuniu Donald Trump e o chanceler alemão Friedrich Merz, o presidente norte-americano chamou a Espanha de “um péssimo aliado” após o país negar a utilização de bases norte-americanas dentro do território nacional. Ele ainda disse que deve cortar todas as relações econômicas com a nação europeia.

Em entrevista ao Hora News, a professora de relações internacionais Flavia Loss destacou que nenhum país europeu foi consultado sobre o ataque ao Irã e que, por isso, a União Europeia demonstra um ressentimento diplomático, uma vez que o conflito impacta o bloco diretamente, por conta dos bloqueios feitos ao petróleo e ao gás natural no Estreito de Ormuz.


Um navio de guerra lança um míssil em pleno mar. O projétil aparece no ar com rastro de fumaça e fogo.
Professora de relações internacionais destacou que nenhum país europeu foi consultado sobre o ataque ao Irã Reprodução/Record News

Flavia afirma que a política externa de Trump não possui um plano claro para os próximos ataques, pois a falta de clareza tem incomodado tanto a mídia norte-americana quanto os membros do partido do presidente. Essa mesma falta de dados é o que motiva a produção incessante de armas nos Estados Unidos, afirma a especialista.

“O que temos de dado concreto é que não se sabe quais são as capacidades bélicas do Irã. [...] Não só isso, o Irã está disposto à guerra total, porque ele tem menos a perder do que os seus aliados no Oriente Médio e do que os EUA, com certeza”, cita a professora.


Durante a entrevista, ela também propõe que o plano final dos Estados Unidos e Israel seja transformá-lo no país mais poderoso economicamente e militarmente no Oriente Médio. Algo que pode ser um problema para Trump nas eleições de meio de mandato. “A maioria da população norte-americana não aprova a entrada nessa guerra e muitos enxergam ela como um conflito de Israel”, finaliza.

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