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Irmandade Muçulmana culpa "provocadores de violência" por mortes no Egito

Internacional|Do R7

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Cairo, 26 jan (EFE).- O presidente do Partido Liberdade e Justiça (PLJ, braço político da Irmandade Muçulmana), Saad al Katatni, atribuiu a responsabilidade pela morte de nove pessoas nesta sexta-feira em Suez a pessoas que provocam atos de violência. Em um breve comunicado divulgado através do Facebook, Katatni expressou suas condolências às famílias das vítimas e aqueles que "incitam a violência e o caos", em aparente alusão à oposição, embora sem nomeá-la diretamente. Da mesma forma, o líder islamita pediu "a todas as forças da pátria, políticos e meios de comunicação" que condenem a violência e que utilizem um método democrático e pacífico. Enquanto isso, o Ministério do Interior emitiu um comunicado no qual considerou que a situação em várias províncias do país "chegou a um nível sem precedentes de violência contra os edifícios públicos". Na mesma nota, o Ministério explicou que 95 membros dos corpos de segurança, entre eles 22 oficiais, ficaram feridos nos violentos enfrentamentos entre manifestantes e policiais em todo o país. Segundo disseram à Efe fontes médicas e de segurança, pelo menos nove pessoas morreram em Suez, enquanto o Ministério da Saúde situou o total de feridos pela violência no dia hoje em 379. Dezenas de milhares de manifestantes tomaram as praças das principais cidades do Egito para comemorar o segundo aniversário da revolução que derrubou Honsi Mubarak e para protestar contra o presidente, Mohammed Mursi, e a Irmandade Muçulmana. Na maioria dessas cidades, foram registrados ao longo do dia ataques contra sedes da Irmandade e contra edifícios públicos, além de fortes enfrentamentos com a polícia. EFE er/rsd

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