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Islamitas reduzem total de mortos em confrontos no Cairo para 66

Internacional|Do R7

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Cairo, 27 jul.- A Irmandade Muçulmana reduziu neste sábado para 66 mortos e 700 feridos o número total de vítimas na última madrugada em confrontos com a polícia nas imediações da praça de Rabea al Adauiya, no distrito de Cidade Nasser. Em entrevista coletiva, o porta-voz da Irmandade, Ahmed Aref, afirmou que o número de mortos deve aumentar, já que há 61 pessoas em estado de morte clínica nos hospitais. Anteriormente, os islamitas tinham informado de mais de 200 mortos e 4.500 feridos nos distúrbios. O Ministério da Saúde confirmou pelo menos 38 mortos e 500 feridos nos enfrentamentos, que começaram na madrugada e terminaram de manhã. Aref insistiu na versão dos islamitas de que a polícia abriu fogo contra os manifestantes, contra os quais atirou na cabeça e no peito. Além disso, ele denunciou que havia franco-atiradores posicionados nos terraços de edifícios como os da Universidade de Al-Azhar, uma das mais prestigiadas do islã sunita. O porta-voz criticou o ministro do Interior, Mohammed Ibrahim, por culpar os seguidores de Mursi pela violência, e atribuiu a responsabilidade total do massacre aos "líderes do golpe", em referência ao exército. Mursi foi deposto no último dia 3 em um golpe de estado militar, após grandes protestos nos dias anteriores que pediam eleições presidenciais antecipadas. EFE ms-ssa/id

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