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Maduro homenageia Chávez e apoia retorno do Paraguai ao Mercosul

Internacional|Do R7

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Montevidéu, 12 jul (EFE).- O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, homenageou nesta sexta-feira o líder venezuelano Hugo Chávez, que morreu em março deste ano, e destadcou que seu governo quer ajudar no retorno do Paraguai para o Mercosul, em seu discurso de abertura da cúpula do bloco, que acontece no Uruguai. "A primeira vez que escutei sobre o Mercosul foi em 1994 quando Chávez saiu da prisão e disse que devíamos conhecer, observar e entender o Mercosul, que estava iniciando", afirmou Maduro, cujo país assumirá a presidência temporária do bloco regional ao finalizar a cúpula. O líder disse que seu país buscará "transcender o comercial e o econômico" durante sua presidência semestral do Mercosul para "situá-lo como um eixo de construção da poderosa zona econômica amplamente sul-americana" e "unida como um imã" com o Caribe. "Assumimos a presidência temporária com o compromisso de definir a estratégia, as propostas e as necessidades do bloco para os próximos 10 anos", acrescentou o presidente venezuelano. Maduro destacou que a "prioridade" da Venezuela é o "retorno do Paraguai como membro pleno e ativo". "Vamos colocar coração e boa fé para o retorno do Paraguai porque amamos o povo paraguaio. Se houve problemas (entre seu governo e o paraguaio) vamos fazer de tudo para superá-los", disse. Maduro antecipou que a cúpula do Mercosul emitirá três comunicados. Um deles será para "condenar a agressão" da qual foi "vítima" o presidente boliviano, Evo Morales, de parte de vários países da Europa e para "exigir explicações e desculpas públicas". Outro tem o objetivo de defender o direito de asilo ao ex-técnico da CIA, Edward Snowden, requerido pelos Estados Unidos e que permanece desde o dia 23 de junho na zona de trânsito do aeroporto russo de Sheremetyevo. O terceiro é para rejeitar a "espionagem mundial" dos EUA que "sacudiu a consciência pública" dos americanos e "do mundo inteiro", disse Maduro. Também participam da cúpula do Mercosul a presidente Dilma Rousseff e os presidentes da Argentina, Cristina Kirchner, do Uruguai, José Mujica; e da Bolívia, Evo Morales. Paraguai, o quinto integrante do Mercosul, está atualmente suspenso e suas autoridades não participam da reunião. EFE jf/ld (foto) (vídeo)

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