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Maduro se defende de críticas por conta de declarações sobre passarinho

Internacional|Do R7

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Caracas, 3 abr (EFE).- O candidato do chavismo às eleições presidenciais, Nicolás Maduro, se defendeu nesta quarta-feira das críticas após dizer que o falecido presidente Hugo Chávez apareceu para ele em forma de um "passarinho", e afirmou que estava feliz por poder compartilhar sua "espiritualidade" com o povo. "Eu contei algo muito simples que aconteceu ontem, sim, aconteceu. E eu me sinto feliz que tenha acontecido, é minha espiritualidade e me deu vontade de compartilhá-la com o povo", sustentou durante um ato eleitoral no estado de Táchira. Os comentários de Maduro sobre o "passarinho" foram objeto de todos os tipos de brincadeiras nas redes sociais e de críticas de alguns opositores, em um momentos no qual a campanha para as eleições do 14 de abril está a pleno vapor com as trocas de acusações diariamente entre os principais candidatos. O dirigente opositor Leopoldo López sugeriu inclusive que Maduro deveria ser submetido a uma "avaliação mental". No entanto, Maduro voltou a afirmar hoje que na terça-feira, em uma pequena capela católica do estado natal de Chávez, Barinas, o morto apareceu em forma de "passarinho" e o abençoou no começo de sua campanha eleitoral. Maduro disse que se comunicou com a ave com assobios e inclusive reproduziu esses assobios com a boca. "Cada um tem seus sentimentos, suas percepções, cada um se comunica com nosso Cristo redentor desde seu coração, e isso eu o respeito, e todo povo de Chávez respeita, a burguesia não", acrescentou Maduro perante centenas de seus seguidores. Maduro explicou que na terça-feira sentia uma "grande nostalgia" porque começava a primeira campanha sem a presença de Chávez, falecido em 5 de março e que isso produziu um "sentimento muito profundo, indescritível" que a "burguesia apátrida" não pode entender. Maduro lidera todas as enquetes para se tornar presidente. As eleições serão realizadas no dia 14 de abril e o candidato vencedor, finalizará o mandato iniciado por Chávez em 10 de janeiro, que vai até o ano de 2019. EFE ig/ff

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