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México diz que impulso à Rodada de Doha não afeta negociações regionais

Internacional|Do R7

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Panamá, 18 out (EFE).- O secretário (ministro) de Economia do México, Ildegonso Guajardo, propôs nesta sexta-feira dar um novo impulso à Rodada de Doha e afirmou que essa medida não tem por que afetar as negociações abertas na América Lartina para conseguir uma maior integração regional, como a Aliança do Pacífico. "Não há inconsistência entre a base das negociações regionais e poder impulsionar de novo a Rodada de Doha em matéria multilateral", disse Guajardo, em defesa das conversas para retomar o fórum em Bali na primeira semana de dezembro. O secretário fez estas declarações em um debate realizado hoje no Panamá sob o título "A Aliança do Pacífico e o impacto na América Latina", emoldurado no IX Fórum Empresarial Ibero-Americano, paralelo à XXIII Cúpula Ibero-Americana de Chefes de Estado de Governo. Com relação à Aliança do Pacífico, constituída formalmente em 2010 pelo Peru, México, Chile e Colômbia, embora tenha surgida um ano antes, Guajardo lembrou que essas nações cresceram na última década 5% em média, quando "as economias maduras do mundo" cresceram 4%. Além disso, Guajardo se disse orgulhoso por o grupo, que tem um PIB global de US$ 2,01 trilhões, 40% da América Latina, e 209 milhões de cidadãos, envie uma mensagem de êxito baseada em uma "inflação baixa" e o compromisso "com o livre-comércio" e a "mobilidade de capitais e de pessoas". No entanto, Guajardo advertiu que o grande desafio para o bloco é começar a competir "com bens finais", em lugar das matérias-primas e dos produtos pouco elaborados, porque as "cadeias de valor global estão definindo o comércio" em nível internacional. Além de Guajardo, discursaram no fórum os presidentes do Panamá, Ricardo Martinelli, da Costa Rica, Laura Chinchilla, e do Governo espanhol, Mariano Rajoy, cujo país tem o status de observador. Também participaram as ministras das Relações Exteriores do Peru, Eda Rivas, e da Colômbia, María Angela Holguín, e seu colega do Chile, Alfredo Moreno. EFE rac/ff (foto)

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