Não há lado inocente quanto ao uso de mercenários na guerra da Ucrânia; veja análise
Tanto a Rússia quanto a Ucrânia incorporam combatentes vindos do mundo inteiro, até do Brasil, aos próprios exércitos; entenda
Internacional|Do R7, com RECORD NEWS
LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA
Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7
Volodymyr Zelensky acusou a Rússia de recrutar soldados vindos de 47 países para a guerra da Ucrânia e intensificar a relação de defesa com a Coreia do Norte. A incriminação ocorreu durante o discurso do presidente ucraniano na Assembleia Geral da ONU (Organização das Nações Unidas), realizada nesta quarta-feira (23). Para o especialista em segurança e estratégia Ricardo Cabral, “ele está falando absolutamente só a verdade”.
Durante o Conexão Record News desta quinta (24), Cabral lembrou que a Rússia já contratou mercenários para lutar no conflito atual. A maioria dos soldados costuma vir da Ásia Central, mas a Coreia do Norte também merece destaque pela participação. “Tem pelo menos de 20 a 30 mil norte-coreanos já incorporados às unidades ali na região de Kursk”.
O estrategista ainda menciona que um número similar de reforços provenientes da Coreia também pode ser encontrado nas regiões de Donetsk e Zaporizhia, mas que estas tropas teriam como objetivo a reconstrução da infraestrutura local. “A aliança com a Coreia do Norte não é só de combatentes, mas também de material”.
Cabral deixa claro, entretanto, que a mesma estratégia é empregada por Zelensky. “A Ucrânia também contrata muita gente. Contrata gente do Brasil. Principalmente, o tráfico aqui manda muita gente para a Ucrânia. E eles sabem disso. Levam também muitos colombianos do tráfico. Do México também levam muita gente para operador de drone e para experiência de combate urbano [...]. Então não tem inocente nessa história”, concluiu o especialista.
Análises, entrevistas e as notícias do Brasil e do mundo estão na RECORD NEWS. Acesse o site aqui e confira os principais conteúdos em texto e vídeo!














