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Navio dos EUA com 550 marines entra no Golfo Pérsico, diz CNN

Estados Unidos vão apoiar o governo iraquiano no combate a insurgência sunita 

Internacional|Do R7, com agências internacionais

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Navio da Marinha norte-americana entrou no Golfo Pérsico com 550 fuzileiros a bordo
Navio da Marinha norte-americana entrou no Golfo Pérsico com 550 fuzileiros a bordo

O navio USS Mesa Verde, da Marinha norte-americana, com 550 fuzileiros navais a bordo, entrou no Golfo Pérsico na manhã desta segunda-feira (16) para apoiar uma possível operação dos Estados Unidos em auxílio ao governo iraquiano, liderado pelos xiitas, em combate a uma insurgência islamita sunita que ocupou uma ampla área no norte do Iraque, informou a rede CNN.

O USS Mesa Verde se une ao porta-aviões USS George H.W. Bush, que no sábado recebeu ordem do Pentágono para se dirigir ao Golfo.


O presidente dos EUA, Barack Obama, disse na semana passada que está analisando a possibilidade de uma ação militar — mas não falou em enviar tropas para o Iraque — para ajudar nos esforços do governo iraquiano no combate à insurgência.

O secretário de Estado dos Estados Unidos, John Kerry, pediu neste domingo (15) à Jordânia, Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita e Catar apoio a Iraque e Síria em sua luta contra o terrorismo perante o avanço dos jihadistas do EIIL (Estado Islâmico do Iraque e o Levante).


Kerry se comunicou por telefone com o ministro das Relações Exteriores da Jordânia, Nasser Judeh; o dos Emirados Árabes Unidos, o xeque Abdullah bin Zayed al Nahyan; o saudita Saud al Faisal bin Abdulaliz; e a catariana Khalid al Attiyah, para discutir sobre a "ameaça" do EIIL, informou o Departamento de Estado americano.

Em cada telefonema, Kerry ressaltou a necessidade de apoiar Iraque e Síria para "enfrentar os terroristas que também representam um ameaça para as nações da região e além, incluindo os EUA".


Também discutiram sobre a necessidade de os líderes iraquianos "deixarem à margem suas diferenças" e iniciarem um "enfoque coordenado" que permita forjar a "união nacional" para que o país avance.

O secretário americano se comprometeu a se manter em estreito contato com cada um dos ministros nos próximos dias, nos quais continuará com os contatos com outros aliados na região.


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