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Nem tufão faz empresas de Hong Kong darem folga a funcionários

Funcionários enfrentaram caos no transporte após passagem do super tufão Mangkhut e reclamaram de falta de atuação do governo

Internacional|Fábio Fleury, do R7

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Metrô de Hong Kong ficou lotado nesta segunda
Metrô de Hong Kong ficou lotado nesta segunda

A segunda-feira (17) foi de caos em Hong Kong, após a passagem do super tufão Mangkhut no último domingo. Muitos moradores tiveram de ir ao trabalho, mesmo com danos generalizados no transporte público, e reclamaram da falta de intervenção do governo junto aos empregadores.

A chefe do Executivo de Hong Kong, Carrie Lam, em sua página no Facebook, foi criticada por usuários por não decretar um ponto facultativo no dia, devido aos danos no sistema de transporte.


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Ela havia publicado uma nota em que pedia que "empregadores sejam flexíveis e não punam seus funcionários que se atrasem ou não consigam comparecer ao trabalho" e que todos demonstrem "compreensão mútua"

Com a queda de mais de 1500 árvores em toda a área urbana, centenas de linhas de ônibus foram interrompidas e vários trens de superfície deixaram de circular. A situação fez com que milhares de trabalhadores lotassem as plataformas de metrô, com esperas de quase uma hora.


Muitos moradores reclamaram porque precisaram levar os filhos para o trabalho, já que muitas escolas foram fechadas por causa da passagem do tufão. Alguns microônibus, que conseguiram circular nas áreas urbanas, tiveram o preço quase triplicado.

Segundo Terence Chong Tai-leung, professor de economia da Universidade da China, um dia sem atividade econômica em Hong Kong significaria um prejuízo de cerca de US$ 1 bilhão (R$ 4 bilhões), mas poderia ser atenuado.


"Uma perda em vendas de roupas pode ser recuperada com um dia de boas vendas", disse. Ele ainda sugeriu que se alguns trabalhadores pudessem desenvolver atividades em casa, o prejuízo total seria diminuído.

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Veja nas imagens abaixo como foi o primeiro dia em Hong Kong após a passagem do tufão Mangkhut:

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