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Nova Zelândia aprova mudanças em lei de armas após ataque

Lei aprovada por 119 a 1 votos proíbe a circulação e o uso da maioria das armas semiautomáticas, pentes acima de uma certa capacidade e espingardas

Internacional|Do R7

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Parlamento aprovou a lei por 119 votos contra 1
Parlamento aprovou a lei por 119 votos contra 1

Parlamentares da Nova Zelândia votaram de forma quase unânime a favor de mudanças nas leis de armas, nesta quarta-feira (10), quase um mês após o pior ataque a tiros em tempos de paz na história do país, no qual 50 pessoas foram mortas em duas mesquitas da cidade de Christchurch.

O Parlamento aprovou o projeto de lei de reforma, as primeiras alterações substanciais nas leis de armas do país em décadas, por 119 a 1. O Legislativo precisa agora do consentimento real do governador-geral para ratificá-la.

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"Houve muito poucas ocasiões em que vi o Parlamento se unir assim, e não consigo imaginar circunstâncias em que isso seja mais necessário", disse a primeira-ministra, Jacinda Ardern, ao apresentar a legislação.

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Jacinda proibiu a venda de todos os fuzis semiautomáticos e de assalto de estilo militar seis dias após o massacre de 15 de março, e anunciou planos para endurecer as leis de armas.

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Pior ataque na história da Nova Zelândia

Um atirador usou armas semiautomáticas nos ataques às mesquitas de Christchurch, matando 50 pessoas que participavam das preces de sexta-feira.

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Autoridades apresentaram 50 acusações de assassinato contra o australiano supremacista branco de extrema-direita de 28 anos, após os ataques.

Os novos limites proíbem a circulação e o uso da maioria das armas semiautomáticas, peças que convertem armas de fogo em armas semiautomáticas, pentes acima de uma certa capacidade e algumas espingardas.

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As leis de armas em vigor permitiam licenças de armas de padrão A, que cobriam semiautomáticas limitadas a sete tiros.

Desde o massacre do mês passado, a Nova Zelândia reforçou a segurança e cancelou vários eventos em Auckland, sua maior cidade, que ocorreriam em um feriado do dia 25 de abril.

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