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Obama está decidido a reduzir violência armada, diz Biden

Internacional|Do R7

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Por Mark Felsenthal

WASHINGTON, 9 Jan (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, está "determinado a agir" contra a violência armada no país e cogita usar seus poderes executivos para adotar medidas que evitem a repetição de massacres como o que ocorreu no mês passado em uma escola primária de Connecticut, disse o vice-presidente, Joe Biden, nesta quarta-feira.

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Biden abriu uma reunião na Casa Branca com vítimas da violência e com militantes do controle das armas, como parte do seu esforço para preparar um pacote de recomendações que Obama deseja receber até o fim do mês.

O governo cogita conciliar medidas executivas com projetos legislativos e espera tomar as primeiras medidas rapidamente, segundo Biden.

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"Não seremos apanhados pela ideia de que se não fizermos tudo não vamos fazer nada", disse Biden a jornalistas antes da reunião. "Há um consenso bastante amplo sobre três, quatro ou cinco coisas no campo da segurança com armas que podem e devem ser feitas."

A rede de supermercados Wal-Mart, maior vendedora de armas de fogo dos Estados Unidos, recuou de sua posição anterior e decidiu enviar um representante para conversar com Biden na quinta-feira.

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"Subestimamos a expectativa de participar da reunião de quinta-feira pessoalmente, então estamos enviando um representante apropriado para participar", disse um porta-voz da rede, David Tovar.

Depois do massacre em Newtown, Obama pediu a Biden que apresentasse ideias para conter a violência armada no país. O presidente deve apresentar várias dessas propostas no seu discurso do Estado da União, tradicionalmente proferido no fim de janeiro.

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Obama diz que espera aprovar novas medidas de controle ainda no primeiro ano do seu segundo mandato. Mas a questão do controle de armas causa polêmica nos Estados Unidos, onde o direito à posse de armas de fogo está garantido pela Constituição.

Também na quinta-feira, Biden deve se reunir com a poderosa Associação Nacional do Rifle.

"Estamos fazendo contatos com todas as partes, independentemente de qual lado do debate fiquem", disse ele. "Mas o presidente vai agir. Há portarias executivas, ação executiva que pode ser tomada."

Biden acrescentou que nenhuma dessas medidas foi definida por enquanto e que projetos legislativos também estão sendo analisados.

Uma força-tarefa comandada pelo vice-presidente está analisando uma legislação que proíba rifles de assalto, mas levando em conta também a forma como filmes e videogames violentos influem nos massacres, e se há acesso adequado a serviços psiquiátricos.

(Reportagem adicional de Matt Spetalnick)

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