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Obama: EUA estão "preparados" para se defender de ameaças da Coreia do Norte

Internacional|Do R7

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(Atualiza com mais declarações de Obama e Park). Washington, 7 mai (EFE).- O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, afirmou nesta terça-feira que seu país está "totalmente preparado" para se defender das ameaças da Coreia do Norte e apoiar aliados como a Coreia do Sul. "Estados Unidos e Coreia do Sul estão mais unidos do que nunca", disse Obama, acrescentando que as tentativas da Coreia do Norte de fragilizar essa aliança "fracassaram". Obama fez esta declaração em entrevista coletiva conjunta com a chefe de Governo da Coreia do Sul, Park Geun-hye, depois de se reunir com ela na Casa Branca. Segundo o líder americano, que pediu que a Coreia do Norte siga o exemplo de nações que empreenderam reformas democráticas como Mianmar, esse país "está cada vez mais isolado". O enfoque dos EUA sobre Coreia do Norte é partilhado com Seul, ressaltou Obama, acrescentando que ambos países estão "abertos" ao diálogo se a Coreia do Norte optar por "um caminho pacífico rumo à desnuclearização". Por sua parte, Park ressaltou que a Coreia do Norte "não será capaz de sobreviver" se tentar obter armas nucleares "às custas da felicidade de seu povo". A reunião que tiveram a portas fechadas na Casa Branca antes da entrevista coletiva esteve centrada nas recentes ameaças nucleares da Coreia do Norte contra Coreia do Sul e EUA, entre outros assuntos. Obama e Park emitiram uma declaração conjunta para fortalecer a relação entre os dois países em coincidência com o sexagésimo aniversário da aliança bilateral. "Os EUA seguem firmemente comprometidos com a defesa da República de Coreia, em particular mediante a dissuasão e o leque completo de capacidades militares americanas, tanto convencionais como nucleares", destaca essa declaração. "Estamos decididos a seguir defendendo nossos cidadãos contra as provocações da Coreia do Norte", asseguram os dois governos na declaração, divulgada pela Casa Branca. Além disso, "a liberdade, amizade e prosperidade compartilhada que desfrutamos hoje descansam sobre nossos valores compartilhados de liberdade, democracia e economia de mercado", acrescentaram. EFE mb/rsd

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