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Obama reconhece que maior erro do ano foi site de reforma da saúde

Internacional|Do R7

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Washington, 20 dez (EFE).- O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, reconheceu nesta sexta-feira que o fiasco do lançamento do site federal de contratação dos novos seguros médicos, o instrumento-chave de seu reforma da saúde, foi o pior erro de seu governo em 2013. "Erramos com o site", disse Obama em sua última entrevista coletiva de 2013, ao ser perguntado sobre um balanço do primeiro ano de seu segundo mandato. Apesar dos "contínuos esforços" de sua equipe para que o sistema de contratação de seguros através da internet fosse fácil e compreensível para os cidadãos, "o fato é que isso não ocorreu nem no primeiro mês, nem nas primeiras seis semanas, algo que não é de modo nenhum aceitável", admitiu Obama. No entanto, o presidente destacou que "a estrutura básica da lei está funcionando apesar destes problemas, o que demonstra que o produto é bom". Obama destacou que só em dezembro meio milhão de americanos contrataram o plano de saúde, que apesar de todas as dificuldades, é considerada pelo governo um grande avanço. "Se olharmos para dois anos atrás, há muitíssimo mais pessoas que têm cobertura de saúde e isso é algo bom. Uma das razões pelas quais quis abordar este assunto em primeiro lugar é que é um processo complexo, quando tenta fazer algo tão grande que afeta tanta gente sabe que será difícil", afirmou. Obama falou isso no dia seguinte de o governo anunciar uma última modificação inesperada sobre a reforma da saúde. Finalmente, não se multará quem não tiver contratado o novo seguro médico e que tenha recebido uma notificação que seus seguros atuais foram cancelados por não reunirem a cobertura mínima exigida pela nova lei. Obama, que manteve um tom otimista e à vontade em sua última entrevista coletiva antes de viajar ao Havaí para o recesso de Natal, lembrou que todo dia é uma nova oportunidade para fazer melhor as coisas e brincou: "Tenho certeza que terei melhores ideias após uns dias de sol e sonho". E respondeu com sarcasmo quando um dos jornalistas perguntou qual seria a sua resolução de Ano Novo: "ser mais amável com a imprensa da Casa Branca", disse. EFE cg/cd (foto)

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