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ONU espera que número de mortos por tufão nas Filipinas não aumente

Internacional|Do R7

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Nações Unidas, 11 nov (EFE).- A ONU espera que o número de mortos nas Filipinas após a passagem do tufão "Haiyan" não passe dos 10 mil calculados até agora, disse nesta segunda-feira um dos máximos responsáveis de ajuda humanitária da organização. "Esperamos que (o número de mortos) não seja maior", já que apesar do maior acesso permitir descobrir mais vítimas, as projeções estão sendo "bastante estáveis", explicou em entrevista coletiva o diretor-geral de operações do Escritório de Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA) da ONU, John Ging. Mesmo assim, Ging pediu prudência até que as equipes de assistência tenham conseguido acesso completo às zonas afetadas, e lembrou que "inicialmente era esperado que os números fosse significativamente menores". O responsável humanitário das Nações Unidas lembrou que "uma das principais prioridades" é o enterro dos mortos, por questões de saúde pública, além do envio de equipes de purificação e saneamento de água, comida e remédios. Ging disse que "a devastação foi enorme" já que "Haiyan" é "o maior tufão registrado em quase um século", por isso que é preciso "uma resposta em massa", pois calcula-se que haja 9,8 milhões de afetados. Ging explicou que a secretária-geral adjunta das Nações Unidas para Assuntos Humanitários, Valerie Amos, está viajando para as Filipinas depois que nesta segunda-feira foi anunciada a mobilização de US$ 25 milhões do Fundo Central de Resposta a Emergências. Amos realizará na terça-feira um pedido de ajuda internacional junto com o Governo filipino, explicou Ging, que disse que organizações internacionais e ONGs (ONG) enviaram equipes de avaliação e ajuda, e que outras estão em caminho. O funcionário da ONU lembrou que as agências internacionais já enviaram ajuda armazenada em previsão de catástrofes, e comentou sobre os problemas logísticos que ocasiona a destruição ou danos de estradas, pontes e aeroportos. Amos liderará a parte internacional das operações de ajuda, que abrange as organizações internacionais e as ONG, explicou John Ging. O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, falou nesta segunda-feira por telefone com o ministro filipino das Relações Exteriores, a quem ofereceu suas condolências pela tragédia e ofereceu o apoio e a solidariedade das Nações Unidas. EFE rcf/ff

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