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Países do Golfo Árabe ainda querem ação dissuasiva contra Síria

Internacional|Do R7

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DUBAI, 10 Set (Reuters) - Países do Golfo Árabe renovaram nesta terça-feira a cobrança por medidas de dissuasão do Conselho de Segurança da ONU contra o governo do presidente sírio, Bashar al-Assad, devido ao ataque com armas químicas que matou centenas de pessoas.

O comunicado foi o primeiro emitido pelo Conselho de Cooperação do Golfo (CCG), órgão liderado pelos muçulmanos sunitas que é um dos principais apoiadores dos rebeldes que lutam contra Assad, desde que a Rússia revelou uma proposta para evitar ataques militares por meio da entregue de armas químicas sírias.

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"O CCG condena o horroroso crime cometido pelo regime sírio ao usar armas químicas banidas internacionalmente, resultando na morte de centenas de civis", disse o ministro das Relações Exteriores do Barein, xeique Khaled bin Ahmed al-Khalifa.

Ele falou no início de uma reunião de chanceleres de seis países, incluindo Arábia Saudita, Kuweit, Catar, Emirados Árabes Unidos e Omã.

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"Isso requer que a Organização das Nações Unidas e a comunidade internacional, representada pelo Conselho de Segurança, assumam a responsabilidade", acrescentou.

O xeique pediu por "medidas de dissuasão apropriadas contra aqueles que cometem este crime".

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Os Estados Unidos acusam Assad, membro da vertente alauíta do islamismo xiita, de ser responsável pelo ataque com armas químicas contra subúrbios de Damasco no mês passado. Ele nega as conexões.

A proposta russa, aceita pela Síria, oferece ao presidente dos EUA, Barack Obama, uma alternativa aos ataques militares, dias antes de o Congresso norte-americano votar uma autorização para o uso da força.

(Por Mahmoud Habboush)

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