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Polícia polonesa investiga suposto plano para assassinar o primeiro-ministro

Serviços de segurança e representantes do governo devem realizar uma reunião de emergência para discutir a situação

Internacional|Do Estadão Conteúdo

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Polícia polonesa investiga plano para assassinar o primeiro-ministro Donald Tusk e o ministro da Defesa Wladyslaw Kosiniak-Kamysz.
  • Reunião de emergência será realizada por serviços de segurança e representantes do governo para discutir a situação.
  • Donald Tusk alertou sobre possíveis ataques híbridos da Rússia contra países europeus que apoiam a Ucrânia, incluindo a Polônia.
  • Autoridades polonesas estão em alerta máximo após ataques em escolas na província da Mazóvia, resultando na detenção de 76 pessoas.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Após três ataques, autoridades da Polônia estão em alerta máximo nesta semana Reprodução/ Instagram @donaldtusk

A polícia polonesa informou neste domingo (11) ter recebido informações sobre um possível plano para assassinar o primeiro-ministro, Donald Tusk, e o ministro da Defesa, Wladyslaw Kosiniak-Kamysz. Com isso, serviços de segurança e representantes do Ministério do Interior devem realizar uma reunião de emergência nas próximas horas para discutir a situação, disse Karolina Galecka, porta-voz do ministério.

Em setembro, Tusk alertou sobre a provável intensificação dos ataques híbridos da Rússia contra o flanco leste da OTAN. Ele afirmou que a Rússia planejava ataques com drones ou foguetes contra países europeus que apoiam a Ucrânia, entre eles a Polônia, com o objetivo de enfraquecer o apoio ocidental à luta de Kiev contra a invasão russa. Moscou negou tais planos.

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Nenhuma informação adicional sobre o suposto complô foi divulgada até o momento.

As autoridades da Polônia estão em alerta máximo nesta semana após três ataques a escolas num intervalo de quatro dias na província da Mazóvia, onde se situa Varsóvia.

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No sábado (10), uma mulher feriu três pessoas dentro de uma instituição de ensino na capital. As vítimas estavam entregando documentos na secretaria quando foram atacadas.

Segundo a polícia, a mulher usou um “objeto perigoso” para atacar uma jovem de 17 anos e também feriu outras duas pessoas, de 17 e 24 anos. Ela foi detida após o ataque.

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Dias antes, na quarta-feira (14), um estudante de 19 anos atacou colegas, professores e transeuntes com um objeto cortante, ferindo nove pessoas. Ele foi preso nas proximidades. No dia seguinte, um jovem de 15 anos matou um zelador e feriu outras duas pessoas em um ataque com faca em sua antiga escola.

Até o momento, a polícia informou ter detido 76 pessoas e verificado quase 50 mil escolas em todo o país como parte dos esforços para coibir a violência.

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