Logo R7.com
RecordPlus
‌

Potências se reúnem na sede da ONU para discutir situação na Síria

Internacional|Do R7

  • Google News

Adicione como fonte preferencial no Google

Opens in new window

Por Louis Charbonneau e Michelle Nichols

NAÇÕES UNIDAS, 11 Set (Reuters) - Representantes dos cinco membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU se reuniram nesta quarta-feira em Nova York para discutir a proposta que se destina a colocar o arsenal nuclear sírio sob controle internacional.

‌

Os embaixadores na Organização das Nações Unidas de China, Rússia, Grã-Bretanha, França e Estados Unidos se reuniram durante meia hora no gabinete da missão russa na organização, mas se recusaram a comentar mais detalhes.

"A discussão de hoje ajudou a abrir caminho para a reunião de amanhã (quinta-feira)" em Genebra entre o secretário de Estado norte-americano, John Kerry, e o chanceler russo, Sergei Lavrov, disse um diplomata do conselho que falou sob condição de anonimato.

‌

Outro diplomata disse antes do encontro em Nova York que os enviados realmente não "discutirão projetos de resolução ainda".

Um projeto inicial de resolução da França exigia um ultimato para o presidente sírio, Bashar al-Assad, entregar seu arsenal químico ou enfrentaria medidas punitivas. A Rússia disse que o texto é inaceitável.

‌

Diplomatas disseram que há outras versões sendo discutidas, com uma tentativa de definir termos que sejam considerados aceitáveis pelas três potências ocidentais. Grã-Bretanha, França e Estados Unidos se reuniram separadamente mais cedo nesta quarta-feira para discutir o assunto.

A Rússia, apoiada pela China, vetou três resoluções condenando o governo de Assad e ameaçando o governo sírio com sanções. O Conselho de Segurança, composto por 15 países membros, está paralisado há meses em relação à crise síria.

‌

Na terça-feira, a Síria aceitou a proposta russa para entregar seu arsenal químico ao controle internacional, o que permitiria a Assad ser poupado de uma ação militar norte-americana como punição pelo suposto ataque com gás sarin contra civis em 21 de agosto que matou mais de 1.400 pessoas.

Os EUA e outros países ocidentais culpam as forças de Assad pelo ataque, enquanto a Síria responsabiliza os rebeldes que lutam para derrubar o governo de Assad.

A Rússia disse que não quer uma resolução de cumprimento obrigatório do Conselho de Segurança sobre a sua proposta, mas sim uma "declaração presidencial", que é simplesmente uma declaração do conselho.

Diplomatas ocidentais alegam que isso é insuficiente, uma vez que não teria a força de lei de uma resolução.

Siga R7 no Google e fique por dentro de tudo que acontece

Seguir no Google

Últimas

‌

Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.