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Principais líderes da Venezuela vão a Cuba dar apoio a Chávez

Presidente reeleito está internado desde dezembro

Internacional|Do R7

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As três autoridades mais poderosas do governo da Venezuela depois do presidente Hugo Chávez reuniram-se novamente em Havana neste domingo (13) para verificar a condição de seu líder doente e se reunir com aliados cubanos.

O vice-presidente Nicolás Maduro, o presidente do Congresso, Diosdado Cabello, e o ministro do Petróleo, Rafael Ramirez, têm feito diversas viagens de ida e volta para Cuba desde a quarta — e mais grave — cirurgia do presidente socialista para se livrar de um câncer, há um mês.

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Chávez, que perdeu sua própria cerimônia de posse para um novo mandato de seis anos na semana passada, não foi visto ou ouvido em público desde a cirurgia. Muitos venezuelanos estão acreditando que seu governo de 14 anos do país sul-americano membro da Opep poderia estar se aproximando do fim.

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Apesar de reconhecer a gravidade da situação, as autoridades estão tentando ficar otimistas sobre as perspectivas da recuperação do presidente e, no sábado, o irmão de Chávez negou que ele estava em coma.

O ministro da Informação Ernesto Villegas disse que Maduro, quem Chávez recentemente designou como seu sucessor, informou ao líder da Venezuela sobre o apoio para ele no país. Ele não deu mais detalhes de seu encontro ou condição do presidente.

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A imprensa estatal disse que Maduro, Cabello, Ramirez — que também presidem a poderosa petrolífera estatal PDVSA — e a procuradora-geral Cilia Flores reuniram-se com o presidente cubano, Raúl Castro, no fim de semana.

Mas não forneceram detalhes sobre as negociações.

Um líder da oposição, Julio Borges, disse no domingo que o sigilo em torno condição exata de Chávez era inaceitável.

"Ninguém está pedindo detalhes da operação ou do tratamento do presidente, mas que simplesmente digam a verdade sobre seu prognóstico de saúde", disse Borges, um parlamentar da direita que quer que Chávez seja declarado formalmente ausente do cargo.

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