Professor pede a alunos do ensino médio que escrevam conto sobre 'fantasia sexual'
A tarefa de classe, proposta em um escola de Eugene, no Oregon (EUA), gerou revolta entre os pais dos adolescentes
Internacional|Do R7

Um professor do curso de Saúde da Churchill High School, em Eugene, no estado do Oregon (EUA), gerou revolta entre os pais de alunos da instituição, ao propor em sala de aula a elaboração de "um conto com um ou dois parágrafos" sobre "uma fantasia sexual", que porventura os estudantes tivessem.
De acordo com o canal KEZI 9 News, uma captura de tela com a proposta indecente acabou compatilhada no Facebook, no qual recebeu as devidas críticas. "Isso é tão inapropriado. Ele ainda tem emprego?", comentou uma internauta. "Se um homem adulto pedisse a minha filha para compartilhar as fantasias sexuais dela com ele, eu ficaria furioso e iria à polícia", sugeriu outro.
Diante da polêmica, funcionários da escola disseram que estão cientes da ocorrência e atuam de imeditado na reelaboração do currículo da disciplina em questão.
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Eles também ressaltam que a proposta foi removida do plano de estudo e não será atribuída à nota final dos alunos.
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Em contrapartida, o colégio ressaltou que, no início de cada período, as propostas das matérias ministradas pela instituição são previamente fornecidas aos pais dos estudantes.
No entanto, o bom senso prevaleceu, e o superintendente da escola já aprovou um novo processo para a reelaboração do currículo da disciplina Saúde.
A seguir, crianças e adolescentes 'sequestrados' pela Rússia reencontram os pais na Ucrânia:
Um menino de 10 anos salta do ônibus para os braços de seu pai, em Kiev: trata-se de um dos 17 menores que, graças a uma ONG, conseguiram voltar para casa após terem sido levados para a Rússia ou para zonas ocupadas pelas forças russas na Ucrânia. Deni...
Um menino de 10 anos salta do ônibus para os braços de seu pai, em Kiev: trata-se de um dos 17 menores que, graças a uma ONG, conseguiram voltar para casa após terem sido levados para a Rússia ou para zonas ocupadas pelas forças russas na Ucrânia. Denis Zaporozhenko não via o filho nem as duas filhas havia seis meses e meio. Todos viviam juntos em Kherson, no sul ocupado da Ucrânia, quando se separaram, em 7 de outubro, um mês antes de as forças ucranianas reconquistarem a cidade























