PSD convoca forças "semelhantes" para encontro com ex-presidente espanhol
Internacional|Do R7
São Paulo, 25 out (EFE).- O PSD convocará para março do próximo ano forças políticas "semelhantes" para um encontro no qual se espera a participação do ex-presidente do Governo espanhol José María Aznar, informou nesta sexta-feira em São Paulo o secretário da Micro e Pequena Empresa da Presidência da República, Guilherme Afif Domingos. "Em março teremos um encontro internacional, com figuras de pensamento semelhante, no qual abordaremos tópicos do comércio e da política internacional e o ex-presidente Aznar pode nos ajudar a presidir este congresso", disse Afif Domingos durante o fórum "Efe Café da Manhã", realizado hoje no Hotel Intercontinental da cidade de São Paulo. O ministro, o quarto convidado para os cafés da manhã promovidos pela Agência Efe e pela empresa espanhola Indra, destacou que o Partido Popular (PP) de Aznar "se alinha em termos de pensamento" ao PSD, legenda de Afif Domingos. Segundo o ministro, que preside a Fundação Espaço Democrático do PSD, Aznar "tem uma fundação que é formadora do pensamento político". Em 2012, a Fundação Espaço Democrático do PSD e a Fundación para Análisis y Estudios Sociales (Faes), liderada por Aznar e vinculada ao PP, assinaram em São Paulo um acordo para promover cursos de formação política a seus futuros candidatos e em outros projetos políticos. "Temos um espaço democrático e a Faes cumpre esse papel dentro do PP. Tivemos grandes encontros e por isso selamos esse acordo de cooperação", ressaltou Afif Domingos. Sobre o PSD, partido criado em 2012 pelo ex-prefeito de São Paulo Gilberto Kassab e pelo próprio Afif Domingos, o ministro explicou que é uma legenda "que vem ocupar uma posição que não é de direita nem de esquerda, uma coisa que é do século passado e que não interpreta as regras do pensamento progressista". O PSD, integrado em sua maioria por políticos que faziam parte de partidos de oposição, passou a integrar desde sua fundação a base aliada do Governo da presidente Dilma Rousseff. EFE wgm/ma (foto) (vídeo)








