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Reatamento das execuções no Egito deixa ONU alarmada

Internacional|Do R7

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Genebra, 30 jun (EFE).- Um grupo de relatores da ONU especialistas em direitos humanos manifestaram nesta segunda-feira a preocupação pelo reatamento das execuções no Egito, onde nas últimas duas semanas seis homens e uma mulher foram enforcados após serem condenados por homicídio e roubo. Após a recente confirmação da pena de morte para 183 partidários do deposto presidente Mohammed Mursi, os especialistas pediram às novas autoridades do Egito que anulem essas penas e que os acusados sejam julgados novamente e de maneira justa. Em declaração conjunta, criticaram que houve vários defeitos nos processos, incluindo a falta de precisão das acusações, o acesso limitado aos advogados, além de realizar julgamentos à revelia do acusado e ditar sentenças maciças. "Estamos consternados pelo uso deliberado da pena de morte em massa", disseram os relatores da ONU sobre execuções extrajudiciais, Christof Heyns; sobre a independência de juízes, Gabriela Knaul; sobre a tortura, Juan Méndez; e sobre a liberdade de expressão e opinião, Frank La Rue, entre outros. Os tribunais egípcios ditaram pena de morte contra 1.247 pessoas e estas penas foram confirmadas em apelação em 247 casos, todos de partidários do ex-presidente Mursi. EFE is/ff

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