Renúncia de Joe Kent enfraquece posição de Trump no Senado, avalia professor
Ex-chefe do contraterrorismo afirmou que Irã não representava uma ameaça aos EUA; Senado analisa a questão
Internacional|Do R7, com RECORD NEWS
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A audiência anual da Comissão de Inteligência do Senado dos Estados Unidos deverá focar no conflito do Oriente Médio. Durante o evento, senadores irão questionar publicamente alguns dos assessores do alto escalão do presidente Donald Trump sobre a segurança nacional.
Representantes democratas alegam que o governo não manteve o Congresso informado sobre a ofensiva, enquanto membros do Partido Republicano — ao qual Trump pertence — se dividem quanto ao apoio às decisões do presidente.
O pesquisador de Harvard e professor de relações internacionais da UFF (Universidade Federal Fluminense) Vitelio Brustolin citou no Conexão Record News desta quarta (18) que a legitimidade por trás do ataque realizado em 28 de fevereiro será o assunto central da audiência.
“Um presidente americano pode ir à guerra sem aprovação do Congresso perante uma ameaça iminente. É isso que prevê o artigo segundo da Constituição dos Estados Unidos [...] Existe agora a seguinte discussão: o Irã era iminentemente uma ameaça aos Estados Unidos quando foi atacado?”, questiona Brustolin, que aponta a renúncia do chefe do contraterrorismo dos EUA, Joe Kent, como um mau sinal para Trump.
“O fato de um membro do alto escalão do governo dos Estados Unidos dizer que o Irã não era uma ameaça iminente, justamente o responsável pelo contraterrorismo, enfraquece muito a posição do Trump nesse momento”, completa.
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