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Trump critica resolução limitando poderes de guerra: ‘Votação mais importante virá’

Proposta tem poucas chances de virar lei, já que precisaria ser sancionada pelo próprio presidente

Internacional|Do Estadão Conteúdo

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Donald Trump criticou votação no Senado que limita os poderes de guerra, chamando-a de prejudicial à autodefesa dos EUA.
  • Em postagem, afirmou que a Lei dos Poderes de Guerra é inconstitucional e se diz surpreendido pela aprovação da resolução.
  • Trump destacou a vergonha que os republicanos deveriam sentir pelos senadores que votaram com os democratas.
  • Embora a resolução tenha avançado, sua aprovação final é improvável, pois precisa passar pela Câmara dos Deputados e ser sancionada por Trump.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Trump criticou os republicanos que votaram junto com os democratas Leah Millis/Reuters - 05.05.2025

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, criticou nesta quinta-feira (8) a votação no Senado que limita os poderes de guerra, dizendo que a medida “prejudica enormemente a autodefesa e a segurança nacional dos Estados Unidos”.

Em postagem na Truth Social, ele disse que, de qualquer forma, e apesar de sua “estupidez”, a Lei dos Poderes de Guerra é inconstitucional, violando totalmente o Artigo II da Constituição, como todos os presidentes e seus Departamentos de Justiça já determinaram antes de mim. Por sua vez, ele afirmou que “uma votação mais importante no Senado ocorrerá na próxima semana sobre este mesmo assunto”.

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“Os republicanos deveriam se envergonhar dos senadores que votaram com os democratas na tentativa de nos privar do poder de lutar e defender os Estados Unidos da América. Susan Collins, Lisa Murkowski, Rand Paul, Josh Hawley e Todd Young jamais deveriam ser eleitos novamente”, afirmou.

A resolução avançou por 52 votos a 47, garantindo uma votação subsequente sobre o mérito do texto. A proposta, porém, tem poucas chances de virar lei, já que precisaria ser aprovada também pela Câmara e sancionada pelo próprio Trump - que deve vetar a resolução, segundo a imprensa americana.

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O texto prevê que qualquer novo ataque contra a Venezuela dependa de autorização prévia do Congresso.

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