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Rússia infringe direito internacional ao realizar guerra expansionista, diz especialista

União Europeia e 36 países aprovam criação de tribunal especial para discutir situação da Ucrânia

Internacional|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A União Europeia e 36 países aprovam a criação de um tribunal especial para julgar a invasão russa na Ucrânia.
  • O governo da Rússia declarou que considerará as decisões do tribunal como nulas e sem efeito.
  • Especialista afirma que a Rússia infringe o direito internacional ao realizar uma guerra expansionista.
  • O presidente russo, Vladimir Putin, deve ignorar tentativas de acordo da União Europeia e da Ucrânia.

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A União Europeia e 36 países aprovaram a criação de um tribunal especial para a Ucrânia. A iniciativa foi anunciada em 2025 pelo presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, que assinou um acordo sobre a questão com o Conselho da Europa. O futuro órgão judicial vai permitir contornar a impossibilidade de julgar a invasão russa no tribunal penal internacional.

No entanto, a Rússia já afirmou que vai considerar as decisões como “nulas e sem efeito”. Até o momento, 12 países do Conselho Europeu não aderiram à iniciativa. Segundo um comunicado do Comitê de Ministros, o momento em que Moscou terá que prestar contas pela agressão contra Kiev está próximo.


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Em entrevista ao Conexão Record News desta sexta-feira (15), Ricardo Cabral, especialista em segurança e estratégia internacional, afirma que “a Rússia infringiu o direito internacional, a Carta da ONU (Organização das Nações Unidas) que ela assinou. As guerras só são permitidas guerras defensivas, e ela fez uma guerra expansionista para ocupar, ganhar territórios”.

Segundo o Cabral, a Rússia está batendo o recorde na venda de petróleo e gás, mesmo com as sanções impostas. “As necessidades energéticas europeias se sobrepõem a um direito internacional e, neste momento, existe uma pressão muito grande dos Estados Unidos para que a Ucrânia aceite a moderação dos Estados Unidos de novo no sentido de se fazer um acordo”, explica.


Cabral alerta ainda que o presidente russo, Vladimir Putin, deve ignorar qualquer tentativa que venha da União Europeia, da Europa e até do próprio Zelensky. Uma vez que os líderes da Rússia e da Ucrânia tinham concordado em se encontrar, porém, em seguida, Moscou enviou o “maior ataque da história de mísseis e drones contra um país”.

“Já se fala que a Rússia pode, em determinado momento desse segundo semestre, se o Trump não conseguir fazer com que os ucranianos sejam os territórios que eles declarem guerra e façam passar o carro lá na Ucrânia, no que resta, e ir para o tudo ou nada em cima da Ucrânia”, pontua.

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