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Professoras da mesma escola são diagnosticadas com câncer de mama; governo investiga

Casos registrados entre funcionárias de colégio nos EUA levam departamento estadual de saúde a avaliar qualidade do ar

Internacional|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Professoras de uma escola em Massachusetts foram diagnosticadas com câncer de mama, levando a uma investigação sobre possíveis ligações ambientais.
  • O Departamento de Saúde Pública de Massachusetts está realizando uma avaliação ambiental completa na Uxbridge High School.
  • A professora Nicole Anderson, diagnosticada com câncer de mama triplo-negativo, iniciou tratamento intensivo e precisou se afastar das aulas.
  • Autoridades e especialistas estão analisando a qualidade do ar e outras condições do prédio, mas não há evidências de perigo imediato.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

A professora Nicole Anderson, de 29 anos, foi diagnosticada com câncer de mama GoFundMe

Um grupo de professoras de uma escola de ensino médio em Massachusetts, nos Estados Unidos, foi diagnosticado com câncer de mama em um curto intervalo de tempo, levando autoridades estaduais de saúde a abrir uma investigação para apurar se existe alguma possível ligação ambiental entre os casos.

A apuração está sendo conduzida no colégio Uxbridge High School, localizado na cidade de Uxbridge. O Departamento de Saúde Pública de Massachusetts informou que fará uma avaliação ambiental completa na escola para verificar se fatores presentes no local podem ter relação com os diagnósticos.


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Entre os casos confirmados está o da professora Nicole Anderson, de 29 anos, que recebeu o diagnóstico de câncer de mama triplo-negativo, considerado um dos tipos mais agressivos da doença. A educadora deixou de dar aulas diariamente para iniciar um tratamento intensivo com quimioterapia, imunoterapia e preservação de fertilidade.

Segundo informações divulgadas por uma campanha de arrecadação criada para ajudá-la, Anderson deverá passar pelos próximos seis meses em tratamento, incluindo sessões de quimioterapia, cirurgia e radioterapia. A principal dificuldade enfrentada pela professora, de acordo com o texto da campanha, tem sido o afastamento da sala de aula e dos alunos.


A equipe médica responsável pelo tratamento recomendou que ela interrompesse temporariamente as atividades profissionais, já que ficará severamente imunocomprometida durante o processo terapêutico.

As autoridades ainda não divulgaram quantas professoras foram diagnosticadas nem em qual período os casos ocorreram. Mesmo assim, o aumento de relatos provocou preocupação entre funcionários, estudantes e familiares da comunidade escolar.


Em carta enviada aos pais dos alunos, o superintendente das escolas públicas de Uxbridge, David Ljungberg, e o diretor da escola, Michael Rubin, afirmaram que a investigação foi iniciada por precaução. Segundo eles, ainda é possível que os casos não tenham relação entre si, mas qualquer potencial fator ambiental será analisado.

O distrito escolar informou que entrou em contato com o Departamento de Saúde Pública e com o conselho municipal de saúde após surgirem preocupações envolvendo os diagnósticos. Desde então, especialistas ambientais e cientistas passaram a trabalhar em conjunto para investigar possíveis problemas ligados à qualidade do ar e às condições do campus.


A unidade estadual responsável pela qualidade do ar programou uma inspeção na escola para avaliar níveis de monóxido de carbono, temperatura, umidade e outros indicadores relacionados ao ambiente do prédio.

Apesar da investigação, autoridades estaduais afirmaram que não há evidências de perigo imediato no local. Segundo Ljungberg, não existe recomendação para restringir o acesso ou interromper o uso da escola neste momento.

Mesmo assim, a situação gerou apreensão entre os estudantes. O aluno Jayden Dubois contou à emissora NBC10 que uma das professoras precisou deixar a escola por causa do câncer e que muitos alunos ficaram abalados com a notícia.

A associação de professores de Uxbridge afirmou que a direção escolar manteve os funcionários informados sobre o andamento da investigação e apoiou os educadores afetados durante o tratamento. A presidente da entidade, Anna Drakulich, declarou que as primeiras indicações apontam que não existem fatores ambientais no colégio colocando estudantes e profissionais em risco, mas ressaltou que a associação apoia totalmente a investigação conduzida pelos especialistas em saúde pública.

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