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‘Rússia tem tradição de silenciar opositores’, diz professor sobre dois anos da morte de Navalny

Ativista russo e opositor de Putin foi assassinado enquanto estava preso; alguns países europeus acusam Moscou de envenenamento

Internacional|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A morte do ativista Alexei Navalny completa dois anos, levantando questões sobre sua possível morte por envenenamento.
  • Países como Reino Unido, Suécia, França, Alemanha e Países Baixos acusam Moscou de envolvimento no caso.
  • Bruno Pasquarelli, professor de ciência política, afirma que a Rússia é uma autocracia que silencia opositores.
  • O ativista era um crítico do presidente Vladimir Putin e sua morte reflete a falta de liberdade de expressão no país.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

A morte do ativista russo Alexei Navalny completou dois anos nesta segunda-feira (16). O Kremlin qualificou como “infundadas” as acusações de cinco países europeus de que Navalny teria morrido por envenenamento. Reino Unido, Suécia, França, Alemanha e Países Baixos acusaram Moscou ter envenenado Navalny, segundo as conclusões de uma investigação publicada no sábado (14).

O ativista se opôs ao presidente Vladimir Putin à ofensiva contra a Ucrânia, iniciada em 2022. Ele morreu aos 47 anos enquanto estava preso na Rússia. A mãe do opositor exigiu justiça para o filho. O túmulo de Navalny reuniu dezenas de pessoas nesta segunda.


Alexei Navalny em pé no palco falando ao microfone durante um evento noturno, com um painel iluminado ao fundo
Alexei Navalny morreu aos 47 anos enquanto estava preso na Rússia Reprodução/Record News

Em entrevista ao Conexão Record News, Bruno Pasquarelli, doutor em ciência política e professor, afirma que “a Rússia está longe de ser uma democracia, é uma autocracia”. Segundo ele, há uma tradição de Vladimir Putin e da Rússia em silenciar os opositores.

“É um país autoritário onde não existe liberdade de imprensa, não existe liberdade de opinião e aqueles poucos que querem desafiar o Vladimir Putin, a gente observa que são eliminados”, explica. Para Pasquarelli, envenenamentos e assassinatos — que acontecem frequentemente — visam controlar qualquer tipo de dissidência ao regime de Putin.

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