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Rússia utiliza continuidade dos ataques para forçar a Ucrânia a ceder, diz pesquisador

Pelo menos duas pessoas morreram em nova ofensiva perpetrada por Moscou neste feriado

Internacional|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Atentados russos causaram a morte de duas pessoas na Ucrânia durante o feriado de Natal.
  • A Rússia lançou mais de 130 drones, com 106 deles sendo derrubados pelas forças ucranianas.
  • As negociações estão em andamento, mas as partes ainda precisam fazer concessões para um possível acordo.
  • Um cessar-fogo é visto como essencial para facilitar as discussões e evitar mais perdas de vidas.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Ao menos duas pessoas morreram em ataques russos contra a Ucrânia neste feriado de Natal. Conforme as Forças de Defesa ucranianas, Moscou lançou mais de 130 drones, com 106 deles derrubados. Uma das áreas atingidas foi Chernigov, no norte do país, onde casas e prédios foram destruídos. Já em Kherson, na região sul, uma área comercial foi bombardeada e várias lojas ficaram destruídas.

Os ataques foram realizados enquanto, segundo o Kremlin, a Rússia analisa documentos enviados pelos Estados Unidos para encerrar a guerra, que começou em 2022. Para Moscou, o processo das negociações é lento, mas constante, o que, na verdade, pode ser um meio de pressionar Kiev a fazer mais concessões. É o que avalia Lier Ferreira, pesquisador do núcleo de estudos dos países Brics da UFF (Universidade Federal Fluminense).


Pesquisador avalia que russos apostam em manutenção da guerra para pressionar ucranianos na mesa de negociação Reprodução/ Record News

Apesar de possíveis negociações, o professor lembra que o conflito continua com o aumento na produção de drones e a resistência ucraniana apoiada pelo Ocidente, demonstrando que o fim do conflito ainda pode estar longe de acontecer. Antes de discutir qualquer termo, como entrada na Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte) ou negociação de territórios, ele vê como fundamental uma trégua no combate para as conversas serem feitas da melhor forma possível e sem a perda de mais vidas.

“A gente sabe que não será aquilo que os russos querem, mas não será nem perto daquilo que os ucranianos gostariam. Mas se nós pudermos encontrar um ponto de equilíbrio estável para esse conflito, estaremos marcando um gol em favor da paz no mundo e na Europa principalmente”, conclui em entrevista ao Conexão Record News desta sexta-feira (26).

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